quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Sadia S.A terá que conceder pausas de recuperação de fadiga e não demitir empregados doentes

           A  Sadia S.A terá que conceder um total de 49 minutos diários em pausas para recuperação de fadiga aos empregados que trabalham na atividade de desossa de sobrecoxa de frango  (cerca de 700 trabalhadores),  na unidade da empresa em Chapecó. A concessão das pausas de recuperação de fadiga, nos termos do item 17.6.3 da Norma Regulamentadora 17 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), foi um dos pedidos feitos pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-SC) à Justiça em Ação Civil Pública (ACP) movidacontra a empresa.
         A juízada 2ª Vara do Trabalho de Chapecó, Deise Senna Oliveira, determinou que a empresa instituapausas de três minutos a cada hora de trabalho, além de três pausas de cinco minutos para ginástica laboral e 10 minutos para uso do banheiro. A decisão também proíbe a demissão de empregados que estejam afastados do trabalho em virtude de licença para tratamento de saúde e manda pagar as horas de deslocamento aos empregados contratados em outras localidades, pedidos contidos na ação do MPT.
        Em caso de descumprimento das determinações, a empresa pagará R$5 mil por trabalhador prejudicado ou R$ 20mil por mês quando não for possível identificar o número de trabalhadores lesados pelo descumprimento.
          A decisão foi concedida com base no § 6º do art. 273 do CPC, dispondo que a antecipação dos efeitos da tutela pode ser concedida quando um ou mais dos pedidos mostrar-se incontroverso. No curso da ação a empresa juntou Avaliação Ergonômica do Trabalho onde reconhece a necessidade de concessão de 49 minutos diários de pausas de recuperação de fadiga.
         Para o procurador do Trabalho Sandro Eduardo Sardá, “as atuais condições de trabalho da empresa Sadia S.A  são absolutamente incompatíveis com a saúde física e mental dos trabalhadores. A empresa vem gerando uma legião de empregados lesionados, sobretudo jovens trabalhadores”. 
         De acordo com levantamento  realizado pelo Ministério Público do Trabalho em Chapecó, a partir de dados do INSS, nos últimos cinco anos o número de benefícios previdenciários concedidos aos empregados da empresa vem aumentando.
        Analisando os dados (confira no quadro abaixo), verifica-se que, no períodode seis anos, cerca de 20% dos seis mil trabalhadores da Sadia S.A receberam benefícios previdenciários em razão de doenças osteomusculares. De 2004 a 2009, foram 1.213 trabalhadores. “Isso revela a grave omissão da empresa em adotar medidas que assegurem a saúde dos seus empregados”, analisa Sardá.
        No levantamento não foram analisados os benefícios previdenciários concedidos em razão de transtornos mentais, segunda maior causa de afastamentos do trabalho. 
        Segundo Sardá, este quadro trágico resulta da forma de organização de trabalho na empresa, que obriga o trabalhador a realizar, em média, 90 movimentos por minuto. “Está comprovado cientificamente que os trabalhos realizados com mais de 30 a 40 movimentos por minuto vão gerar danos irreparáveis a saúde dos trabalhadores. A omissão da ré configura culpa grave ensejando a responsabilidade civil, criminal e trabalhista da empresa, de seus diretores e dos seus médicos do trabalho”, afirma o Procuradordo Trabalho.   
         Em razão das precárias condições de trabalho a que são submetidos os empregados da empresa, o MPT, nos estados de Santa Catarina e Paraná, ajuizou Ações Civis Públicas contra a Sadia S.A – unidades de Chapecó (SC), Joaçaba (SC) e Toledo (PR) - e contra a empresa BR Foods – unidades de Carambeí (PR) e Capinzal (SC). Também foram ajuizadas pelo MPT ações civis públicas nas unidades da empresa estabelecidas no Mato Grosso do Sul. A BrFoods resulta do processo de fusão da Perdigão e Sadia iniciado em 2009 e ainda sob análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
 Evolução do número de benefícios previdenciários concedidos a trabalhadores da Sadia S.A.em razão de doenças osteomusculares, conforme dados do INSS
 
Ano   
Auxílios doença (CID Grupo M)
Aumento nº benefícios sobre o ano anterior
2004
                     73         

2005   
                     98
                            34%
2006
                    173        
                            76,5%
2007   
                    188
                             8,7%
2008   
                    280
                            49,4%
2009
                    402
                            43,57%
 Saiba Mais 
►Após a realização de diversas audiências, ao longo do ano de 2009, a empresa Sadia S.A se comprometeu a cumprir as seguintes obrigações trabalhistas:  
a) conceder os intervalos  previstos no art. 253 da CLT, a todos os ambientes artificialmente frios; 
b) abster-se de exigir a prestação de horas extras;
c) conceder o intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para repouso entre duas jornadas de trabalho;
d) conceder o repouso semanal remunerado;
e) notificar os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, comprovadas ou objeto de suspeita;
f) assegurar a estabilidade acidentária;
g) cumprir as cláusulas dos acordos coletivos de trabalho que estabelecem estabilidade provisória após a alta previdenciária;
h) observar a jornada mínima para os médicos do trabalho;
i)  dimensionar adequadamente o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho;
j)  assegurar que o estágio efetivamente proporcione preparação metódica para o trabalho, observando os requisitos formais e materiais da Lei nº 11.788/08;
k) computar o tempo destinado à troca de uniformes como de efetiva jornada, nos moldes do art. 4º, da CLT;
l)  abster-se de desconsiderar os minutos anteriores e posteriores à jornada, fora das hipóteses do art. 58 da CLT e da Súmula  363 do TST;
m) proceder à integração do adicional de insalubridade e periculosidade na base de cálculo do adicional noturno;
n) adotar as medidas necessárias para a eliminação ou controle dos riscos ambientais no setor de pendura de aves.    
►Na Ação Civil Pública de nº 3497-2008-038-12-00-0, ajuizada em dezembro de 2008, o Ministério Público do Trabalho, além de obrigações de fazer e  não fazer, também requer o pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), com destinação a um Fundo que pode ser utilizado para a reabilitação dos empregados lesionados.

 Fonte: Cut

Greve dos bancários já atinge todas as agências de bancos públicos de Santa Maria

          Pela primeira vez em vários anos, a agência Centro do Banrisul teve seu atendimento totalmente paralisado durante uma Campanha Salarial dos Bancários. No segundo dia de greve, apenas a agência Camobi segue com atendimento parcial. Todas as outras agências do Banrisul em Santa Maria, e também em Agudo, não prestam atendimento hoje.
         A adesão ao movimento grevista também aumentou no Banco do Brasil. Todas as agências de Santa Maria estão com atendimento parcial, assim como em Júlio de Castilhos. Em Faxinal do Soturno, a paralisação é total.
         Na Caixa Econômica Federal, a greve que começou forte em Santa Maria ontem se espalhou pela região. As agências de Agudo, Faxinal do Soturno, Júlio de Castilhos, São Sepé e Tupanciretã estão totalmente paralisadas. Já em São Pedro do Sul, o atendimento é parcial.
        Abaixo, levantamento das agências que estão em greve na região de abrangência do Sindicato dos Bancários de Santa Maria e Região nesta quinta-feira, 30 de setembro.
Caixa
Santa Maria
Agência Mallet
Agência UFSM
Agência Camobi
Redur (parcial)
Reret (parcial)
PAB Justiça Federal (parcial)
    Região
Agência Agudo
Agência Faxinal do Soturno
Agência Júlio de Castilhos
Agência São Sepé
Agência Tupanciretã
Agência São Pedro (parcial)
Banco do Brasil
Santa Maria
Agência Centro (parcial)
Agência Presidente Vargas (parcial)
Agência Niederauer (parcial)
Agência Mariano da Rocha (parcial)
    Região
Agência Faxinal do Soturno
Agência Júlio de Castilhos (parcial)
Banrisul
Santa Maria
Agência Camobi (parcial)
Agência Medinaeira
Agência Dores
Agência Bozano
Agência Tancredo Neves
Agência Centro
    Região
Agência Agudo

Fonte: Maiquel Rosauro - Imprensa Seeb SM

30/09/10 - 3º Quadro de Greve RS

3º Quadro de Greve RS 30/09/10 com informações recebidas até 13:45

Clicar no link abaixo

30/09/10 - 3º Quadro de Greve RS 

30/09/10 - 2º Quadro de Greve RS

2º Quadro de Greve RS 30/09/10 com informações recebidas até 12:00

Clicar no link abaixo


30/09/10 - 2º Quadro de Greve RS

Lucro dos bancos no segundo semestre deve permanecer robusto, avalia Fitch

          Os bancos brasileiros são bem avaliados pela agência americana de classificação de risco Fitch Ratings, que mantém perspectiva positiva para as instituições financeiras locais. "O crescimento não deve retornar ao ritmo (exagerado) visto antes da crise, e os indícios são de que haja equilíbrio entre os empréstimos para consumidores e os corporativos e para pequenas e médias empresas", disse a agência na semana passada.
          Na avaliação da Fitch, no segundo semestre de 2010, a rentabilidade dos bancos brasileiros deve permanecer robusta, guiada por um contínuo crescimento do volume de empréstimos. O crédito, afirma a agência, deve se manter como o fator mais importante de geração de receita no segundo semestre deste ano, acompanhando o bom desempenho da economia brasileira.
          Uma das instituições que tem mostrado fôlego é o Banco do Brasil, cujo papel está ao redor da cotação máxima. Mesmo assim, o banco teve sua recomendação elevada de neutra para compra pelo Goldman Sachs. "Nos últimos três meses, o BB reportou resultados sólidos, (...) mas há preocupações se o banco vai embarcar numa expansão internacional agressiva ou se tem de elevar o capital, o que consideramos medidas exageradas", afirma o banco em relatório.
          De acordo com os analistas do Goldman, as ações do BB vêm sendo negociadas com desconto de 27% ante as do Bradesco. "Embora o desconto seja parcialmente justificado por conta de menor liquidez, controle governamental e maior volatilidade nos resultados, baseados no histórico, acreditamos que algo entre 20% e 25% é um nível justo."
         A ingerência política do governo e o fato de a instituição atuar fortemente no mercado de crédito agrícola são fatores de risco que devem ser avaliados pelo investidor, ressalta João Augusto Sales, da consultoria Lopes Filho & Associados. Os empréstimos agrícolas são considerados de alto risco e retorno baixo. A boa notícia é que o BB tem procurado melhorar sua governança corporativa e é o único banco a ter apenas ações ordinárias (ON, com direito a voto) listadas na bolsa, lembra o economista.
         Um fator positivo para o BB está no fato de o banco ter obtido, no ano passado, autorização para atuar na área de crédito imobiliário, que cresce rapidamente. "Além disso, uma série de fusões e aquisições fortaleceu o banco", diz Sales. A compra de parte de 49% do Banco Votorantim, em janeiro de 2009, por exemplo, tornou a instituição presente no negócio de financiamento de veículos.
          Já a aquisição da Nossa Caixa, em novembro de 2008, possibilitou ao BB incorporar seu setor de crédito consignado. O acordo com a seguradora espanhola Mapfre, fechado em maio deste ano, criou a segunda maior seguradora do Brasil. O economista da Lopes Filho recomenda manutenção com viés positivo para as ações do BB, com potencial de valorização de 28% para os próximos 12 meses.
Fonte: Valor Econômico

30/09/10 - 1º Quadro de Greve RS

1º Quadro de Greve RS 30/09/10 com informações recebidas até 10:00

Clicar no link abaixo

30/09/10 - 1º Quadro de Greve RS

Quase 14 mil bancários do Rio aderem à greve já no primeiro dia

          No primeiro dia da greve, quase 14 mil bancários participaram da greve, no Rio de Janeiro. Em todo o Brasil, mais de 3.800 agências e prédios administrativos não funcionaram. Os bancos, usaram e abusaram da pressão e do assédio moral para coibir a greve.
         O Itaú Unibanco, como sempre, foi o campeão em interditos proibitórios, mas o Sindicato dos Bancários do Rio vai tomar todas as providências para garantir o legítimo direito de greve dos trabalhadores. A greve continua.
           Os bancários do Rio mostraram que estão com fôlego de sobra para a greve nacional da categoria, aprovada na assembléia realizada na última terça-feira (28), que rejeitou a proposta rebaixada de 4,29% dos bancos.
           No primeiro dia, a adesão foi quase que total na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil. Nos bancos privados não foi diferente.
           No Centro, quase 100% dos bancários pararam, incluindo prédios administrativos. Agências não funcionaram também na Zona Norte, Zona Sul e Zona Oeste. A greve atingiu todo o país.
           "A tendência é a adesão aumentar ao longo da semana. A categoria expressa toda a sua indignação com a postura intransigente da Fenaban. Os bancos só voltam a funcionar com uma proposta digna para os bancários", afirma o presidente do Sindicato, Almir Aguiar.
           Hoje (30), haverá nova assembléia para avaliar e organizar o movimento, às 17 horas, na Galeria no Empregados do Comércio.
Fonte: Seeb Rio

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Greve dos bancários atinge todos os 26 Estados e o Distrito Federal

          A greve nacional dos bancários começou nesta quarta-feira 29 em todos os 26 Estados e no Distrito Federal. As assembleias realizadas ontem à noite em todo o país rejeitaram a proposta de 4,29% de reajuste (que apenas repõe a inflação) oferecida pelos bancos e decidiram que a greve será por tempo indeterminado, até que as reivindicações dos bancários sejam atendidas: reajuste de 11%, valorização dos pisos, PLR maior, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, proteção ao emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades, segurança contra assaltos e sequestros e fim da precarização via correspondentes bancários, entre outros pontos.
           "Isso demonstra a indignação dos bancários com a postura dos bancos. Nós advertimos na mesa de negociações que eles estavam empurrando a categoria para a greve ao propor apenas os 4,29% e rejeitar todas as demais reivindicações, mesmo apresentando um aumento médio no lucro de 32% no primeiro semestre", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
           Somente os cinco maiores bancos (Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Caixa) tiveram lucro líquido de R$ 21,3 bilhões nos primeiros seis meses do ano. "Com esses resultados, conseguidos em grande medida pelo esforço e pelo aumento da produtividade dos bancários, é inaceitável a intransigência dos banqueiros", acrescenta Carlos Cordeiro.
          Conforme informações dos sindicatos e federações transmitidas à Contraf-CUT, veja abaixo as assembléias que aprovaram greve (atualizada às 11h00):

São Paulo
Rio de Janeiro
Brasília
Belo Horizonte
Curitiba
Campo Grande
Florianópolis
Salvador
Mato Grosso
Alagoas
Acre
Piauí
Rondônia
Ceará
Espírito Santo
Maranhão
Pará e Amapá
Roraima
Paraíba
Pernambuco
Sergipe
Amazonas
Goiás
Rio Grande do Norte
Tocantins
Niterói (RJ)
Campinas (SP)
Bragança Paulista
Angra dos Reis (RJ)
Baixada Fluminense (RJ)
Três Rios (RJ)
Araraquara (SP)
Campina Grande (PB)
Guarapuava (PR)
Juiz de Fora (MG)
Limeira (SP)
Vitória da Conquista (BA)
Dourados (MS)
ABC (SP)
Irecê (BA)
Londrina (PR)
Mogi das Cruzes (SP)
Nova Friburgo (RJ)
São José dos Campos (SP)
Teresópolis (RJ)
Sul Fluminense (RJ)
Franca (SP)
Cariri (CE)
Santos (SP)
Piracicaba (SP)
Rio Claro (SP))
Ribeirão Preto (SP) - Caixa
Jundiaí (SP)
Campo Mourão (PR)
Cornélio Procópio (PR)
Paranavaí (PR)
Toledo (PR)
Umuarama (PR)
Andradina (SP)
Araçatuba (SP)
Catanduva (SP)
Corumbá (SP) - BB e Caixa
Guaratinguetá (SP)
Marília (SP)
Naviraí (MS)
Ponta Porã (MS)
São José do Rio Preto (SP)
Sorocaba (SP)
Tupã (SP)
Joaçaba (SC)
Blumenau (SC)
Rondonópolis (MT)
Divinópolis (MG)

Fonte: Contraf/CUT

Bancários gaúchos começam greve com adesão de mais de 320 unidades

Foto: Gabriel Marquez/Fetrafi/RS
         Os bancários gaúchos entraram com força na greve nacional da categoria. Após a deflagração do movimento nas assembleias realizadas na terça-feira em todo o país, as entidades sindicais no RS contabilizaram ao longo desta quarta-feira a adesão de 321 unidades no Rio Grande do Sul, envolvendo aproximadamente 60% dos trabalhadores. Na capital, Porto Alegre, foram cerca de 200 unidades em greve.
A assembleia realizada pelo SindBancários às 16h desta quarta, deliberou pela continuação da greve na quinta-feira, com realização de passeata pelas ruas do Centro de Porto Alegre no fim da manhã. Uma nova assembleia de avaliação está marcada para as 15h, no Clube do Comércio.
         “O primeiro dia de greve mostrou a força de mobilização dos bancários gaúchos nesta Campanha. O movimento acompanhou o resto do país e cresceu ao longo do dia, principalmente nos bancos públicos. Com certeza nesta quinta-feira contabilizaremos números ainda melhores. Enquanto a Fenaban silencia e não apresenta proposta, os bancários ampliam a greve”, avalia Arnoni Hanke, diretor da Fetrafi-RS.
          Greve é forte no interior 
          O movimento também foi amplo nas bases dos sindicatos de bancários do interior, com destaque para o maior número de adesões de unidades da Caixa e de bancos privados.
          “O sucesso da greve depende de novas adesões durante esta semana. A categoria estará compacta neste movimento para forçar a Fenaban a apresentar uma proposta de acordo com nossas expectativas. Não aceitaremos apenas a reposição da inflação de 4,29% de reajuste”, destaca Hanke.
           Números da greve 
          A cobertura e a contabilização dos números da greve no RS continuam nesta quinta-feira. A Fetrafi-RS divulga a primeira parcial das adesões em todo o Estado às 10h. Ao longo do dia serão divulgados novos quadros de greve.
           A greve no País 
           A greve dos bancários atingiu nesta quarta-feira 26 Estados e o Distrito Federal. Os trabalhadores querem reajuste de 11%, valorização dos pisos, PLR maior, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, proteção ao emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades, segurança contra assaltos e sequestros e fim da precarização via correspondentes bancários, entre outros pontos.
Fonte: Imprensa Fetrafi-RS

Quadro de Greve Banrisul 28/09/10

Relacionamos abaixo um quadro de greve específico do Banrisul no RS:

Alegrete:
        Ag. Centro
 Carazinho:
        Ag. Palmeira das Missões
 Caxias do Sul:
        Ag. Lourdes
        Ag. São Pelegrino
        Ag. Alfredo Chaves
        Ag. Pio X
 Cruz Alta:
        Ag. Cruz Alta
        Ag.Ibirubá
        PAB Forum
        PAB XV de Novembro
 Litoral Norte:
       Ag. Arroio do Sal
       Ag. Imbé
       Ag. Balneário Pinhal
      Ag. Torres
      Ag. Capão da Canoa
      Posto de Capão da Canoa
      Ag. Três Cachoeiras
      Ag. Tramandaí (parcial)
     Ag. Osório
     PAB Quintão
Porto Alegre:
     Ag. Sarandi
     Ag. Azenha
     Ag. Benjamin Constant
    Ag. Borges de Medeiros
    Ag. Coliseu
    Ag. Duque de Caxias
    Ag. Menino Deus
    Ag, Canoas
    Ag. XV de Janeiro (em Canoas)
    Ag. Corretora
    Ag. Alto Petrópolis
    Ag. Assis Brasil
    Ag. Av. do Estados
    Ag. Azenha
    Ag. Beira-Rio
    Ag. Benjamin Constant
    Ag. Bom Conselho
    Ag. Borges de Medeiros
    Ag. Caminho do Meio
    Ag. Cavalhada
    Ag. Coliseu
    Ag. Duque de Caxias
    Ag. Joao Pessoa
    Ag. Menino Deus
    Ag. Navegantes
    Ag. Otavio Rocha
    Ag. Palácio da Policia
    Ag. Praia de Belas
    Ag. Poder Judiciário
    Ag. PUC
    Ag. Rua da Praia
    Ag. São Jose
    Ag. Três Figueiras
    Ag. União
    Ag. Universitária
    Ag. Volta do Guerino
    Ag. 15 de Janeiro – Canoas
    Ag. Tiradentes – Canoas
Rosário do Sul:
    Ag. Rosário do Sul
Santa Cruz do Sul:
    Ag. Centro
    Ag. Sinimbu
Santa Maria:
    Ag. Camobi (parcial)
    Ag. Medianeira
    Ag. Dores,
    Ag. Bozzano
    Ag. T. Neves
    Ag. Centro (parcial)
    Ag. Agudo
Santo Ângelo:
    Ag. Santo Ângelo
    PAB Forum
    PAB Prefeitura Municipal
    PAB Entre Ijuís
    PAB Vitória
    PAB São Miguel das Missões
    Ag. Cerro Largo
    PAB Ubiretama
    PAB Salvador das Missões
    Ag. Guarani das Missões
 Vale do Paranhana:
    Ag. Parobé (parcial)
    Ag. Igrejinha (parcial)
    Ag. Taquara (parcial)

4º Quadro de Greve RS 29/09/10

4º Quadro de Greve RS 29/09/10 com informações recebidas até 13:45

Clicar no link abaixo

4º Quadro de Greve RS 29/09/10

3º Quadro de Greve RS 29/09/10

3º Quadro de Greve RS 29/09/10 com informações recebidas até 13:45

Clicar no link abaixo

3º Quadro de Greve RS 29/9/10 

2º Quadro de Greve RS 29/09/10

2º Quadro de Greve RS 29/09/10 com informações recebidas até 11:45

Clicar no link abaixo

2º Quadro de Greve RS 29/09/10

Confira o primeiro quadro de greve no RS, nesta quarta-feira

Primeiro Quadro da Greve no RS
Informações parciais recebidas até as 9h40min


Clicar no link abaixo


1º Quadro de Greve RS 29/09/10

Debate de interdito proibitório com participação do TST

          O ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Vantuil Abdala, elogiou os bancários, que afirmou serem "a categoria mais desenvolvida do país", e exemplo para os demais trabalhadores. Discutindo a questão do interdito, o magistrado afirmou que o brasileiro não tem "espírito associativo", o que diminui a participação dos trabalhadores.
          "Por que é necessário convencer os trabalhadores a aderirem à greve? Eles não deveriam seguir a decisão da maioria na assembléia? É ininteligível que se debata uma greve numa assembléia e alguns membros da categoria vão trabalhar, alegando a ilegalidade do movimento", afirma.
         O jurista explicou que, após a decisão da assembléia pela greve, o direito individual de ir trabalhar não se sobrepõe ao direito da luta coletiva. Abdala citou o jurista Márcio Túlio Viana, que afirmou: "Ao exercer o seu suposto direito, o fura-greve dificulta ou inviabiliza o direito real da maioria. O que faz não é apenas trabalhar, mas - com o perdão do trocadilho infame - atrapalhar o movimento. Ele realmente fura a greve, como se abrisse um buraco num cano de água. (...) Ele luta contra os que lutam por um novo e maior direito; esvazia o sindicato, dificulta a convenção coletiva e fere o ideal de pluralismo jurídico e político."
          O jurista destacou a situação dos Estados Unidos, onde apenas cerca de 17% dos trabalhadores são sindicalizados, mas mesmo assim as entidades possuem grande força na negociação com as empresas. "A lei americana prevê sanções fortíssimas contra práticas anti-sindicais, o que faz com que os empregadores tenham muito cuidado", afirma.
         "No Brasil, as mobilizações e o convencimento são quase atos de legítima defesa contra a pressão que os empregadores fazem contra os trabalhadores. E nunca se viu uma punição a para um empregador por prática anti-sindical", afirma.
         Abdala propôs a realização de um seminário junto aos ministros do TST, reunindo representantes das centrais sindicais e outros setores interessados, para discutir a questão do interdito proibitório. "O TST não tem vivência nem experiência no interdito porque o tema não era de competência da Justiça do Trabalho. Sugiro que façamos um congresso no TST com parlamentares, sindicatos, OIT para nós aprendermos", afirmou.
         A sugestão do magistrado foi acatada pela Contraf-CUT, que irá procurar a CUT para a realização de um evento neste moldes em Brasília, para esclarecer aos juízes a posição dos trabalhadores.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Confira as assembleias que deliberaram pela greve no RS a partir desta quarta

Resultados Assembleias RS de 28/09/2010
Recebidos pela Fetrafi-RS até as 21h04min do dia 28/09/2010

1. Alegrete
Foi aprovado o fechamento de todos os Bancos na cidade: Banrisul, BB, CEF, Santander, Itaú, HSBC, Bradesco.
2. Bento Gonçalves
Encerrada assembléia às 18:55 h deflagrada greve na Caixa Federal Ag. Centro Bento Gonçalves.

3. Carazinho
Aprovada a GREVE por tempo indeterminado e que no dia de amanhã 29/09/2010 as Agências dos Bancos Privados de Carazinho/RS estarão fechadas o dia inteiro.
Banco Santander - Carazinho
Banco Itaú - Carazinho
Banco Itaú |Unibanco - Carazinho
Banco Bradesco - Carazinho
HSBC - Carazinho/RS
4. Caxias do Sul
Bancos privados, Banrisul, Banco do Brasil e Caixa estarão em greve a partir do dia 29.

5. Cruz Alta
A assembleia geral da categoria aprovou por unanimidade greve por tempo indeterminado a partir da zero hora de 29/09/2010.
6. Ijuí
Os bancários da base territorial do Sindicato dos Bancários de Ijuí reunidos em assembléia hoje 28/09 decidiram pela greve por tempo indeterminado. Os bancários da Caixa Federal da Ag. Ijuí entram em greve a partir de amanhã 29/09.

7. Litoral Norte
Aprovada Greve nas agências:
BB, CEF, Banrisul: Ag. Torres - 100%
Banrisul: Ag. Imbé - 100%
Banrisul: Ag. Balneário Pinhal - 80%
CEF: Ag. Tramandaí - 100%
8. Novo Hamburgo
A assembleia sinalizou para paralisação das agências da Caixa (Canudos e Vale dos Sinos) com reunião nas agências para a manhã de quarta-feira 29/09.

9. Passo Fundo
Haverá greve no BB e na CEF e nos bancos privados.
10. Pelotas
Aprovada greve na Caixa e alguns privados (Real, HSBC e Itaú).

11. Porto Alegre
Aprovada por unanimidade greve em todos os bancos.
12. Rosário do Sul
Banrisul e Caixa: Greve a partir de 29/09.
BB e Bradesco: Greve a partir de 30/09.
13. Santa Cruz do Sul
Caixa aprovou greve, Banrisul reúne amanhã (29/9) às 9:30 em frente à agência centro e Banco do Brasil não irão paralisar.
14. Santa Maria
Foi deflagrada greve a partir da 0h00min do dia 29/09/2010 por tempo indeterminado nos bancos na base sindical de SANTA MARIA e REGIÃO.

15. Santiago
Banco do Brasil- Greve a partir de amanhã 4ª feira (29/09)
Caixa Econômica- Greve a partir de 5ª feira (30/09)
Demais bancos em estado de greve.
16. Santo Ângelo
Haverá greve em todos os bancos, inclusive BANRISUL.

17. São Gabriel
Bancários da Caixa Econômica Federal de São Gabriel decidiram pela greve a partir do dia 29/09/2010.
18. Vale do Caí
Deliberada greve na assembleia de hoje, a partir da zero hora de 29/09.

19. Vale do Paranhana
Aprovada a greve a partir da 00:00h(zero hora) do dia 29/09.

Fonte:Imprensa Fetrafi-RS
Resultado Assembléias outros Estados com Deflagração de GREVE
Recebidos pela Contraf/CUT até as 20h40min do dia 28/09/2010

São Paulo
Rio de Janeiro
Brasília
Belo Horizonte
Curitiba
Mato Grosso
Alagoas
Niterói
Campinas (SP)
Bragança Paulista
Angra dos Reis (RJ)
Baixada Fluminense
Três Rios (RJ)
Araraquara (SP)
Campina Grande (PB)
Guarapuava (PR)
Juiz de Fora (MG)
Limeira (SP)
Vitória da Conquista
Dourados (MS)

Fonte: Contraf-CUT 

Bancários fazem greve para arrancar proposta da Fenaban

Foto: Sindicato dos Bancários de Ijuí
          Os bancários estão em greve a partir desta quarta-feira, 29. A decisão veio das assembleias gerais da categoria realizadas no fim da tarde desta terça, em todo o estado. A greve é o meio encontrado pelos bancários para pressionar a Fenaban a apresentar uma proposta decente para as reivindicações dos trabalhadores na Campanha Salarial 2010. Após cinco rodadas de negociação entre banqueiros e Comando Nacional dos Bancários sem qualquer avanço, foram convocadas assembleias para deliberar pela greve.
           Em Porto Alegre, mais de 500 bancários, que participaram da assembleia convocada pelo SindBancários, aprovaram por unanimidade a greve por tempo indeterminado em todos os bancos públicos e privados. A assembleia ocorreu no Clube do Comércio, no Centro da Capital.
           No Rio Grande do Sul, os sindicatos filiados à Fetrafi-RS já promoveram assembleias nos dias 21 e 23 de setembro, cumprindo os prazos exigidos por lei, deliberando pela a greve. As assembleias ficaram suspensas e foram reabertas nesta terça para referendar a deliberação da categoria e organizar o primeiro dia de greve.
          De acordo com as expectativas da Fetrafi-RS, o movimento deve ser amplo tanto nos bancos públicos quanto privados devido ao descontentamento dos bancários. Embora a lucratividade dos bancos continue crescendo a cada semestre a passos largos, os banqueiros ofereceram apenas a inflação do período (4,29%) de reajuste aos trabalhadores do setor.
          A proposta da Fenaban foi uma afronta à categoria, que estava levando a sério o processo de negociação com os bancos. Por outro lado, as negociações específicas com as direções da Caixa e do Banco do Brasil também ficaram estagnadas, sem qualquer indicação de avanço quanto aos temas discutidos ao longo da Campanha.
         Quadro de greve
         O primeiro quadro da greve no Rio Grande do Sul será divulgado pela Fetrafi-RS, às 10h desta quarta-feira, através do site da entidade.
Fonte: Imprensa Fetrafi-RS

Assembleias decisivas para a greve ocorrem nesta terça-feira em todo Brasil

Imagem: Fetrafi/RS
          Os bancários devem iniciar mais uma greve nacional nesta quarta-feira, 29, em todo o Brasil, porque os banqueiros não apresentaram proposta para as reivindicações dos trabalhadores até o momento. A deliberação pelo movimento ocorre em assembleias gerais, agendadas para o fim da tarde desta terça-feira, 28. No Rio Grande do Sul, os sindicatos filiados à Fetrafi-RS já promoveram assembleias nos dias 21 e 23 de setembro, cumprindo os prazos exigidos por lei, deliberando pela a greve. As assembleias ficaram suspensas e serão reabertas hoje para referendar a deliberação da categoria e organizar o primeiro dia de greve no RS.
          A maior assembleia do estado será promovida pelo SindBancários, às 19h, no Clube do Comércio (Rua dos Andradas, nº 1085), no Centro de Porto Alegre. O Sindicato dos Bancários de Ijuí e Região realiza sua assembleia às 18h.
         Confira os horários das assembleias em outros estados:
         Alagoas – 18h30
        Bahia - 19h
        Belo Horizonte - 18h30
        Brasília - 19h
        Curitiba - 18h30
        Espírito Santo - 18h
        Florianópolis - 18h
        Para/Amapá - 19h
        Pernambuco - 19h
        Rio de Janeiro - 18h30
        São Paulo - 19h
        Expectativas
        “Temos uma perspectiva muito boa quanto à mobilização da categoria para a greve", explica o diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hanke. “Há quadros diferentes por banco, de acordo com a realidade de cada instituição e as especificidades de bancos públicos e privados. Sem dúvida alguma, de acordo com as informações repassadas por dirigentes sindicais da capital e do interior, os bancários e bancárias estão indignados com esta desconsideração da Fenaban. Os bancos não levam em conta nas negociações da Campanha Salarial o desgaste, o trabalho, o esforço e a dedicação dos bancários para garantir a alta lucratividade do setor”, justifica o sindicalista.
        Reivindicações
        A greve da categoria bancária tem o objetivo de reivindicar aumento real de salário, PLR mais justa, valorização dos pisos e das verbas salariais, Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) em todos os bancos, mais segurança contra assaltos e sequestros, mais contratações, reversão das terceirizações, fim dos correspondentes bancários e melhores condições de trabalho e preservação da saúde, com adoção de políticas pelo fim das metas abusivas e ao assédio moral, além de medidas que preservem o emprego e protejam a vida.

        Na quinta-feira, dia 23 de setembro, o Comando Nacional dos Bancários enviou documento para a Fenaban, no qual solicitava o agendamento de nova negociação para segunda-feira (27 de setembro), oferecendo assim aos banqueiros mais uma oportunidade para que apresentassem uma proposta decente para a categoria bancária. Como não há qualquer novidade até agora, a greve por tempo indeterminado a partir de amanhã (quarta-feira – 29 de setembro) deverá ser aprovada no início da noite de hoje pelas assembleias sindicais, conforme orientação do Comando Nacional.
Fonte: Imprensa Fetrafi-RS

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Campanha Salarial 2010: Sem proposta, banqueiros levam bancários à greve

         Após a frustração inicial nas tentativas de negociação com a Fenaban e as direções dos bancos públicos, os bancários preparam mais uma greve nacional da categoria a partir da próxima semana. Sindicatos filiados à Fetrafi-RS de todo o Estado realizaram assembleias na quinta-feira, 23, que deliberaram pela greve. As assembleias serão reabertas no dia 28, terça-feira, para avaliar possível proposta e manter ou não a deliberação da greve que inicia no dia seguinte em todo o país. A única possibilidade de evitar a greve é a apresentação de uma nova proposta da Fenaban até a próxima semana, de acordo com as expectativas da categoria.
         Veja o que leva os bancários à greve
         A quinta rodada de negociação com os banqueiros foi suspensa na quarta-feira, 22, após os bancos apresentarem a proposta de reajuste de 4,29%. O Comando Nacional dos Bancários rechaçou qualquer possibilidade de negociar no patamar proposto pela Fenaban e se reuniu após a negociação para definir as orientações aos sindicatos e federações, para organização dos bancários para a greve.
        Aviso de Greve
        A Fetrafi-RS publicou na edição do Jornal Zero Hora, veiculada nesta sexta-feira, 24, o edital de aviso de greve da categoria. Através do edital, a entidade e seus sindicatos filiados comunicam toda a população usuária dos serviços bancários e à representação legal dos Bancos no Estado, que, caso não haja solução para as reivindicações da categoria e, por deliberação das assembleias gerais dos sindicatos, a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO iniciará à zero hora do dia 29 de setembro de 2010. Tal comunicação tem por finalidade cumprir os dispositivos da Lei 7.783/89.
        Fenaban recebe ultimato
        O Comando Nacional encaminhou nesta quinta-feira, dia 23, um documento ao presidente da Fenaban, Fábio Barbosa, comunicando que os sindicatos estão sendo orientados a realizar assembléias rejeitando essa proposta e apontando greve por tempo indeterminado a partir da zero hora da próxima quarta-feira, dia 29.
        No documento, o Comando Nacional reafirmou que, mantendo a cultura de apostar no processo negocial, aguarda manifestação da Fenaban com uma nova proposta até segunda-feira, dia 27, para que possa ser submetida à apreciação das assembleias dos sindicatos que ocorrerão na terça-feira, dia 28, em todo país.
        Caixa e BB seguem o caminho da intransigência
       
As direções da Caixa e do Banco do Brasil mantiveram a mesma postura da Fenaban na mesa de negociação. Os bancos públicos negaram as reivindicações das comissões Executiva de Empregados da Caixa e de Empresa dos Funcionários do BB e não apresentaram propostas específicas para fechamento dos acordos coletivos. Com isso, a orientação para estes segmentos também é pela deliberação de greve a partir do dia 29 de setembro.
        Direção do Banrisul foge da negociação
        O Banrisul ainda não se manifestou quanto à negociação da pauta específica entregue à Direção de Gestão de Pessoas do banco no dia 25 de agosto. Embora a Fetrafi-RS já tenha enviado diversos ofícios solicitando o início das negociações específicas com a direção, o banco não deu qualquer retorno. No fim da manhã os banrisulenses fizeram um grande ato público em frente à Direção Geral, quando lavaram a entrada do local em protesto à postura omissa da direção da instituição, quanto ao escândalo de corrupção no Departamento de Marketing.
         Nesta quinta-feira houve paralisações em todo o Estado, principalmente em agências do Banrisul, com destaque para a Capital, onde o atendimento foi paralisado até às 12h em 21 unidades. Também ocorreram paralisações em agências do Banrisul em Passo Fundo, Santa Rosa e Chapecó (SC).
         Bancos privados
         Cerca de 20 agências de bancos privados também tiveram o atendimento paralisado até às 12h nesta quinta-feira, em Porto Alegre. O movimento foi deliberado pela assembleia geral promovida pelo SindBancários. No interior, o Sindicato dos Bancários de Santa Maria paralisou o atendimento de uma agência do Itaú Unibanco, no Centro da cidade, até às 12h.
Fonte: Imprensa Fetrafi-RS

Sem propostas do BB e da Caixa, comissões orientam pela greve a partir do dia 29

          As reuniões de negociação específica com as direções da Caixa e do Bando do Brasil, ocorridas nesta quinta-feira, seguiram o mesmo rumo das tratativas com a Fenaban: a frustração. De acordo com os representantes dos bancários gaúchos nas negociações, Marcello Husek Carrion (Caixa) e Ronaldo Zeni (BB), a orientação para os trabalhadores é pela deliberação da greve por tempo indeterminado, juntamente com os demais segmentos da categoria, a partir do dia 29, próxima quarta-feira. Confira abaixo os detalhes das reuniões realizadas nesta quinta-feira, em São Paulo.
         Caixa
        A Caixa Econômica Federal manteve a posição intransigente das últimas reuniões e não apresentou nenhuma novidade na negociação com o Comando Nacional dos Bancários nesta quinta-feira, 23, em São Paulo. O banco apresentou um documento, afirmando que irá cumprir os itens econômicos da Fenaban e propondo a renovação de algumas cláusulas do atual Acordo Coletivo.
         Assim, os representantes da empresa seguiram o reajuste da Fenaban de 4,29% e mantiveram o posicionamento das negociações anteriores, que foi de total rejeição às reivindicações específicas dos trabalhadores.
        A Caixa está com a pauta há mais de 30 dias e mesmo assim não formulou qualquer proposta concreta para reivindicações como saúde e condições de trabalho, contratação de mais trabalhadores, Saúde Caixa, carreira, jornada de trabalho, questões relativas aos aposentados, Funcef/Prevhab, segurança bancária e democratização da gestão.
        Os representantes do banco negaram-se a discutir os temas relativos à isonomia, afirmando que irá acompanhar as decisões do governo federal e seguir a legislação em discussão no Congresso Nacional. Os negociadores da Caixa também mantiveram sua intransigência e reafirmaram a manutenção da discriminação dos empregados que permanecem no REG/Replan não saldado. Para o movimento sindical, a intransigência da empresa deve ser combatida com mobilização ampla em todas as bases sindicais.
       Banco do Brasil
      Imediatamente após o encontro, os representantes do Comando e da Comissão de Empresa se reuniram e decidiram conclamar os funcionários do BB à greve a partir do dia 29, caso os banqueiros não apresentem nada de novo que atenda a categoria até segunda-feira, dia 27.
       “Com este posicionamento não há qualquer possibilidade de continuar a negociação e a reunião foi suspensa. O banco diz que tem disposição de discutir piso e mérito no PCS, mas não aceita critérios de descomissionamento e comissionamento no âmbito do acordo”, analisa o diretor de Formação do SindBancários, Ronaldo Zeni.
      “Sobre as CABB o banco diz que aceitaria somente a redução da trava para que não recomece a contagem de B para A”, continua Zeni. O diretor ainda esclarece que as cláusulas sindicais estão em discussão na diretoria, que não aceita apresentar qualquer proposta agora. “O único avanço da tarde foi a suspensão da retirada das portas giratórias até que o tema seja debatido com a Comissão de Empresa”, afirma.
        "Precisamos intensificar nossa mobilização pois com esta posição do BB, fica claro que a proposta vai ser proporcional à nossa mobilização. Vamos todos à assembleia do dia 28 e agora nossa resposta será a greve", conclui o diretor.
        Segurança bancária e portas giratórias
       
No início da negociação, Ademir Wiederkehr, coordenador da Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Contraf-CUT e diretor do SindBancários, apresentou as reivindicações específicas do setor, como assistência e estabilidade no emprego e na função às vítimas de assaltos e sequestros, proibição à guarda das chaves e ao transporte de numerário pelos bancários, ampliação dos equipamentos de prevenção e acessos às estatísticas de ocorrências no banco.
        "Embora essas demandas estejam sendo discutidas nas mesa da Fenaban, o BB como importante regulador do sistema financeiro deveria se comprometer a adotá-las para proteger a vida dos trabalhadores e melhorar as condições de segurança dos estabelecimentos, incluindo-as no aditivo do banco à convenção coletiva", propôs o diretor da Contraf-CUT. O BB ficou de analisar essas propostas com a área de segurança do banco.
        Sobre o projeto-piloto de retirada das portas giratórias de segurança com detectores de metais em algumas agências, que tem sido objeto de protestos dos sindicatos, o BB afirmou que suspenderá essa medida até a discussão final de todas as reivindicações, prometendo realizar uma reunião específica sobre segurança bancária.
        Trava e comissões nas CABBs
       
O banco apresentou um pequeno avanço na discussão relativa às travas nas CABBs, mas manifestou ainda que quer fazer novos estudos e discussões sobre as comissões nas centrais de atendimento. Os representantes do funcionalismo reiteraram o pedido para retirada da trava de relacionamento, considerando a especificidade do trabalho desenvolvido nesses locais.
Fonte: Imprensa Fetrafi-RS com informações da Contraf/CUT

SindBancários e Fetrafi-RS exigem destituição da diretoria da Cabergs

         Diretores do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e da Fetrafi-RS realizaram na tarde desta quinta-feira, dia 23, em mais uma atividade do Dia de Lutas, uma manifestação de protesto em frente ao prédio da Cabergs e da Fundação Banrisul. No local, a partir das 14h30, o Conselho Deliberativo teria reunião e o ato teve o objetivo de incluir na pauta do encontro a destituição da diretoria.
         O protesto contra a atual diretoria da Cabergs, liderada pelo Paulo Ricardo Fernandes Gomes, deve-se à má administração, falta de convênios e atendimento médico (principalmente no interior do Estado), incapacidade de negociar com o movimento sindical, de dar respostas às reivindicações e à falta de democracia na gestão. Os dirigentes ainda pedem a eleição para diretores e a seleção pública para preenchimento de vagas.
        “Estamos aqui para cobrar uma decisão do conselho contra os desmandos que acontecem na Cabergs. Não tem médicos e a diretoria ainda anuncia que plano é superavitário, sem falar na falta de respeito aos funcionários. Que este conselho efetive a demissão da diretoria, que nada tem feito para os trabalhadores”, cobrou o diretor da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha.
        “Enquanto ocorre a reunião do conselho, estamos aqui na rua para cobrar a limpeza da Cabergs, que tem que atuar com ética, transparência, sem déficit , sem assédio e sem acatar o voto de cabresto da direção do banco”, acrescentou o secretário Geral do SindBancários, Fábio Soares Alves, o Fabinho.
        Seguindo a linha de protesto do Dia de Luta, a diretora da Fetrafi-RS, Denise Falkenberg Correa, afirmava que o movimento sindical estava voltando à rua para cobrar o cumprimento da pauta de negociações, que até agora não teve reunião. “Os conselheiros têm que prestar contas de seus votos e atitudes.”
        “Estamos em mais um protesto neste Dia de Luta. Há dois anos que a Fundação apresenta déficit. Isto significa falta de condições para administrar. Exigimos a destituição da diretoria, que não dá conta de suas demandas”, denunciou a diretora de Saúde do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, Lourdes Rossoni.
        Por fim, o diretor de Saúde da Fetrafi-RS, Amaro Silva de Souza, condenou a postura de austeridade da direção para com seus contribuintes. “A atual direção não demonstra condições de administrar nossa caixa de saúde. Se o conselho tiver compromisso com os banrisulenses vai pautar esse tema na reunião. Falta capacidade de administrar. É hora de mudar!”, completou.
       O conselho, presidido por João Simioni, tem ainda como integrantes efetivos João Carlos Malheiros Cunha, Carlos Aluísio Vaz Malafaia, Ubirajara Carvalho Rodrigues, Gaspar Saikoski e Zelar Eckert.
Fonte: Imprensa Sindicato dos Bancários de Porto Alegre

Ganho dos bancos com tarifas paga salários dos bancários com muita sobra

          A receita que os maiores bancos do Brasil acumulam somente com os valores que são cobrados com a prestação de serviços, as tarifas, cobre toda a folha de pagamento e ainda sobra. Em 1994, os ganhos representavam apenas um quarto das despesas com pessoal.
          Segundo dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), com base nos balanços dos bancos, a relação entre os dois indicadores foi de 130,4% em 2009. Em outras palavras, o arrecadado com tarifas pagou a folha completa e ainda sobrou o equivalente a 30% dela nos cofres dos banqueiros.
           Essa relação aumenta desde 1994, ano em que os banqueiros pararam de ganhar com a inflação. Naquele ano, a receita de prestação de serviços pagava 25,4% da folha. No ano seguinte, saltou para 38,9% e se aproximou da metade (47,8%) em 1996.
          O crescimento continuou forte até que, em 2004, superou pela primeira vez o total, chegando aos 104%: ou seja, o que foi arrecadado com as tarifas pagou sozinho a folha completa e ainda sobrou 4%.
          Má vontade
          Muito deste fenômeno pode ser explicado pela má-vontade que os banqueiros têm de contratar mais bancários e, em contrapartida, o olho gordo para cobrar altas tarifas.
           No mesmo período analisado (de 1994 a 2009), o número de bancários pouco mudou, indo de 403 mil para 436 mil, variação de 8%. Já o arrecadado com tarifas saltou de R$ 4,1 bilhões para R$ 58,8 bilhões. Aumento de mais de 1.300%. 
Fonte: Seeb São Paulo

AVISO DE GREVE

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de IJUÍ e a Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Estado do Rio Grande do Sul (em transição para denominar-se Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul – FETRAFI-RS) COMUNICAM a toda a população usuária dos serviços bancários e à representação legal dos Bancos no Estado, que, caso não haja solução para as reivindicações da categoria profissional e, por deliberação da assembléia geral do sindicato acima nominado, a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO iniciará à zero hora do dia 29 de setembro de 2010. Tal comunicação tem por finalidade cumprir os dispositivos da Lei 7.783/89.
Porto Alegre, 24 de setembro de 2010.

                 JORGE VIEIRA DA COSTA                                            ARNONI HANKE
                Diretoria de Política Sindical                                                Diretoria Administrativa

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Muita água e sabão contra a corrupção: banrisulenses lavam entrada da Direção Geral do banco

Fotos: Marisane Pereira - Fetrafi/RS
          Os banrisulenses mostraram mais uma vez que são inflexíveis quanto à corrupção. Os trabalhadores literalmente lavaram na manhã desta quinta-feira, 23, a entrada do edifício da Direção Geral, localizado na Rua Caldas Júnior, no Centro de Porto Alegre. O ato público mobilizou funcionários da DG, das agências Central, João Pessoa, União, Otávio Rocha, Rua da Praia e Menino Deus, que tiveram o atendimento paralisado e dirigentes sindicais da fetrafi-RS e SindBancários.
           A manifestação chamou atenção da população que transitava pelo local e foi registrada pela imprensa. Munidos de vassouras, baldes, água e muito sabão, banrisulenses fizeram uma lavagem completa em frente à DG. Durante a manifestação a rua foi fechada pela Brigada Militar e tomada pelos banrisulenses.
         Através do carro de som, dirigentes sindicais rechaçaram a omissão da direção do banco diante do recente escândalo de corrupção no Departamento de Marketing da instituição. Os sindicalistas também denunciaram a atitude antidemocrática do Banrisul, que ainda não iniciou o processo de negociação específica pela Campanha Salarial 2010.
        “Este ato é uma manifestação de força dos banrisulenses e também do nosso descontentamento com esta direção que está aí. Exigimos o afastamento de todos os envolvidos no escândalo de corrupção no Departamento de Marketing, a investigação aprofundada do caso e a punição dos culpados”, enfatiza a diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa.
        Já o diretor da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha, questionou a postura do presidente do banco, que ignora as reivindicações do quadro de funcionários e protege envolvidos em alta corrupção. “Este não é o Banrisul que queremos. É lamentável que a direção do banco não queira negociar a nossa pauta. As condições de trabalho no banco são muito ruins, os trabalhadores sofrem um assédio moral bárbaro pelo cumprimento de metas e temos, vergonhosamente o menor piso da categoria”, lembra Rocha.
       “A hora de mobilizar é agora”, convoca o diretor da Fetrafi-RS, Amaro Souza. “A direção do Banrisul deve ter um olhar próximo às necessidades dos trabalhadores. Entregamos a nossa pauta no dia 25 de agosto, mas a direção se faz de surda e muda, evitando o processo de negociação específica e o diálogo com os bancários. Hoje é muito ruim trabalhar no Banrisul. Os banrisulenses sofrem com a sobrecarga de trabalho cada vez maior e acabam adoecendo”.
       O presidente do SindBancários, Juberlei Baes Bacelo, disse que o ato público de hoje foi uma resposta à altura dos ataques da direção do Banrisul. “O Banrisul só continuará público se continuarmos vigilantes. Nós não compactuamos com nenhum tipo de desvio de dinheiro ou corrupção. É dever da direção agir com transparência e esclarecer este episódio no Departamento de Marketing para que a imagem da instituição não seja manchada”, salienta Juberlei.
       Saída de fininho
        Enquanto os banrisulenses preparavam a lavagem das escadarias da Direção Geral, o diretor da área de Gestão de Pessoas, César Antônio Cechinato - o mesmo que garantiu em agosto, que haveria diálogo com os trabalhadores durante a Campanha Salarial - saiu de fininho e passou quase despercebido entre os manifestantes. Ele foi flagrado e fotografado pela Imprensa da Fetrafi-RS. Confira foto ao lado.
Fonte: Marisane Pereira - Imprensa Fetrafi-RS

Banqueiros apontam apenas 4,29% de reajuste e Comando prepara greve da categoria

          A quinta rodada de negociação entre os bancários e Fenaban foi encerrada nesta quarta-feira, em São Paulo, em clima de frustração. Na semana passada, os banqueiros se comprometeram de apresentar uma proposta global às reivindicações de remuneração nesta semana, mas hoje se limitaram a indicar um reajuste de 4,29%.
          O Comando Nacional dos Bancários considera essa postura dos bancos um desrespeito aos bancários e orienta os sindicatos a reforçarem a convocação das assembleias gerais da categoria, para a deflagração da greve por tempo indeterminado, a partir do dia 29 de setembro, quarta-feira da próxima semana.
         Segundo o diretor da Fetrafi-RS e membro do Comando Nacional, Arnoni Hanke, a Fenaban já foi informada sobre as assembleias gerais da categoria e da possível deliberação de greve por tempo indeterminado, caso os bancos não apresentem uma proposta concreta até a próxima semana.
         “Não estamos jogando como fazem os banqueiros na mesa de negociação. Desde o início deixamos evidente que o nosso objetivo era negociar de acordo com as possibilidades reais dos bancos. A indicação de um reajuste que apenas repõe a inflação do período é uma afronta à categoria”, afirma o dirigente sindical.
          Paralisações darão troco à Fenaban
          A Fetrafi-RS orienta aos seus sindicatos filiados que se aliem ao Sindicato dos Bancários de Porto Alegre nesta quinta-feira, 23, promovendo manifestações e paralisações em agências de bancos públicos e privados. A paralisação de agências na Capital nesta quinta, foi aprovada ontem (21), em assembleia geral, promovida pelo SindBancários.
        Assembleias gerais
         Nesta quinta-feira, 23, os sindicatos realizam assembleias gerais da categoria para avaliar a proposta dos bancos e deliberar ou não pela greve por tempo indeterminado, a partir do dia 29.
Fonte: Imprensa Fetrafi-RS

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Sindicatos promovem mobilizações nesta quarta e quinta-feira

          O calendário de atividades da Campanha Salarial 2010 foi intensificado esta semana devido à 5ª rodada de negociação com os banqueiros, agendada para esta quarta-feira, 22, à tarde, às 15h, no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo. Os representantes dos bancários gaúchos nesta rodada serão os diretores da Fetrafi-RS, Arnoni Hanke e do Sindbancários, Mauro Salles. Há expectativa de que a Fenaban apresente na reunião de hoje uma proposta às reivindicações de remuneração da categoria.
         Desde o início da manhã desta quarta, sindicatos do interior do estado promovem atividades junto aos locais de trabalho para mobilizar os colegas. Na quinta-feira, 23, continuam as manifestações e mobilizações. Em Porto Alegre haverá paralisações das unidades da capital até às 12h no Banco do Brasil, privados e Banrisul. Já os empregados da Caixa realizarão somente um ato público no mesmo dia na Praça da Alfândega às 12 horas.
         Assembleias
        
Nesta quinta-feira os sindicatos promovem assembleias gerais para avaliar uma possível proposta da Fenaban, BB e Caixa e deliberar ou não pela greve por tempo indeterminado a partir do dia 29 de setembro, quarta-feira da próxima semana. Com exceção do sindicato de Porto Alegre que far sua assembleia no dia 28/09, porque já definiu o dia indicativo de greve na assembleia desta terça-feira, 21, acompanhando o calendário nacional.
         Negociações com a Caixa e BB 
         Ainda na quinta-feira serão realizadas r
odadas de negociação específicas com as direções da Caixa e do Banco do Brasil. Até agora os dois maiores bancos públicos do país não apresentaram propostas às Comissões Executiva dos Empregados da Caixa e de Empresa dos Funcionários do BB alegando que primeiro irão aguardar a manifestação da Fenaban.
         Veja o calendário da Campanha Salarial no RS:
        - 22/09/2010 – quarta-feira: Dia de Luta no Interior RS
        - 23/09/2010 - quinta–feira: Assembleia Geral para avaliar as possíveis propostas da Fenaban, BB e CAIXA. Caso as propostas sejam rejeitadas deve-se deliberar greve a partir do dia 29/09/2010, quarta-feira.
        - 24/09/2010 – sexta-feira: AVISO DE GREVE: Publicação na imprensa e comunicado aos bancos do AVISO DE GREVE, constando que a categoria entrará em greve por tempo indeterminado a partir do dia 29 de setembro de 2010, quarta-feira.
       - 28/09/2010 – terça-feira: ASSEMBLEIAS: Reabertura da assembleia do dia 23/09 para organizar a greve a partir do dia 29.
       - 29/09/2010 – quarta-feira: GREVE POR TEMPO INDETERMINADO.
Fonte: Imprensa Fetrafi-RS