| Mais um importante passo foi dado no sentido de incorporar o plano de benefício REB ao Novo Plano. Em reunião realizada nesta quarta-feira (5), em Brasília, o Conselho Deliberativo da Funcef aprovou a metodologia de incorporação que foi construída nos últimos seis meses por um grupo tripartite - integrado pela Funcef, Caixa e Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). |
| "Estamos vivendo um momento histórico, porque desde 2009, quando aprovou-se a incorporação do REB, que vem sendo feito um esforço conjunto das entidades representativas dos participantes e assistidos, da Funcef e da Caixa para que o processo seja efetivado, buscando resguardar os direitos de todos os associados do plano de benefícios", destacou o conselheiro deliberativo eleito Antônio Luiz Fermino. Para Fermino, como a proposta foi elaborada em conjunto com a Caixa, a efetivação do processo de incorporação depende dos órgãos controladores. "Estamos otimistas quanto à aprovação da metodologia nas instâncias competentes. Com a incorporação estará se promovendo a isonomia para esse grupo de empregados e assistidos que está no REB e que contratou um plano com direitos rebaixados", enfatizou. Após passar por análise nas instâncias de deliberação da Funcef, a metodologia será apreciada pelo Conselho Diretor da Caixa e depois segue para o Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Dest). Com a manifestação favorável desse órgão, a proposta deverá ser divulgada aos participantes e assistidos dos planos REB e Novo Plano, para posterior apreciação pelo órgão regulador e fiscalizador, a Previc. Conquista Para as entidades representativas dos empregados e aposentados da Caixa, os avanços no processo de incorporação do REB são o resultado de anos de luta. Graças à pressão das representações destes dois segmentos, depois de ficar parado por quase cinco anos nos órgãos controladores, a discussão sobre como viabilizar a incorporação foi retomada em abril deste ano com a criação do grupo triparte. Na Campanha Nacional 2014, a Caixa comprometeu-se a apresentar a metodologia para a Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco. A apresentação aconteceu no dia 30 de outubro, durante a mesa de negociação permanente. "São quase 13 mil participantes que estão acumulando prejuízos, porque poderiam estar em um plano de benefício melhor", lembra a coordenadora da CEE/Caixa e diretora de Administração e Finanças da Fenae, Fabiana Matheus. Comitês Por conta de novo pedido de vistas e impasse dos eleitos no fechamento da composição dos comitês de assessoramento, o assunto, que estava na pauta da reunião do CD, não foi apreciado. Criados em 2008, aos comitês de Auditoria, Benefícios, Ética e Investimentos estão previstos no Estatuto da Funcef. Estes órgãos representam avanço no processo de democratização da gestão da Funcef, ao assegurar maior acompanhamento por parte dos participantes. Os comitês de Auditoria e Ética são compostos com seis membros cada, o de Benefícios com 10 e o de Investimentos com 12. Cada membro titular tem seu respectivo suplente. Ao todo, são 68 pessoas nos quatro comitês. A composição é paritária, com 50% dos membros (titulares e respectivos suplentes) indicados pelos conselheiros deliberativos eleitos e 50% pela Caixa e a Funcef. Balancete O Conselho Deliberativo aprovou o balancete da Fundação referente ao mês de agosto. Pelos números apresentados aos conselheiros, mantém-se a tendência de déficit durante o exercício de 2014. Durante a reunião, também houve uma apresentação sobre o manual de governança corporativa a ser adotado pela Funcef. Nos últimos 11 anos, a Fundação tem obtido avanços significativos no tocante a governança. "É uma importante conquista ter um Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa", ressaltou o conselheiro Fermino. Fonte: Contraf/CUT |
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
CD da Funcef aprova metodologia de incorporação do REB
Proposta foi elaborada em conjunto com a Caixa
Fenaban divulga dados completos do Censo da Diversidade
Setor financeiro não cumpre a cota de 5% de PCDs exigida por lei
| Finalmente, depois de pressionada pelo movimento sindical bancário, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) divulgou os números completos do segundo Censo da Diversidade. Foi durante a reunião da mesa temática de Igualdade de Oportunidades com representantes da categoria bancária, realizada nesta segunda-feira, dia 3 de novembro, em São Paulo (SP). |
| A primeira parte do levantamento – respondido por 187.411 bancários, ou 41% da categoria, em março de 2014 – já havia sido divulgada pela Fenaban durante a campanha salarial 2014. Esses novos dados serão avaliados pela Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual (CGROS) da Contraf/CUT, que reúne representantes do movimento sindical bancário de todo o país. De antemão, porém, dá para verificar que pouco se avançou desde o primeiro Censo (2008) para cá. Os dados do segundo Censo apontam ainda que as mulheres continuam ganhando menos que os homens. Em seis anos, sobretudo entre o Censo de 2008 e o de 2014, a diferença entre o rendimento médio das mulheres e dos homens caiu somente 1,5%. O rendimento médio mensal delas em relação ao deles era de 76,4% em 2008 e agora é de 77,9%. O Censo de 2014 mostra também um avanço de 5,6% no número de negros no setor bancário. Havia no primeiro Censo 77,4% de brancos e 19,3% de negros. Em 2014, a situação é de 71,4% de brancos e 24,9% de negros. O problema, nesse caso, é que o movimento sindical bancário não sabe quanto disso se deve a ações inclusivas dos bancos e quanto se deve aos concursos públicos promovidos pelos bancos públicos. Daí a reivindicação para que a Fenaban divulgue os dados por bancos, proposta prontamente recusada. Na reunião da mesa temática de Igualdade de Oportunidades, os bancos também apresentaram os números de pessoas com deficiência (PCDs). Do total, o número de bancários com deficiência motora caiu de 61,4% em 2008 para 60,7% em 2014. Já o de trabalhadores com deficiência auditiva subiu de 12,2% para 22,8%, e os com deficiência visual aumentou de 3,9% para 11,8%. Os dados revelam, inclusive, que o setor financeiro não cumpre a cota de 5% de PCDs exigida por lei, tendo em vista que em 2008 havia 1,8% de bancários com deficiência, enquanto em 2014 esse contingente chega a 3,7%. Na reunião com a Fenaban, os representantes da categoria bancária cobraram também a divulgação de dados mais claros a respeito da situação da mulher negra nos bancos. Os números disponíveis até agora não são suficientes para esse recorte. Próximos passos A categoria bancária pretende ainda convidar outros atores para discutir os resultados do Censo da Diversidade 2014. Serão chamados, por exemplo, o Ministério Público do Trabalho (MPT)), a Organização Internacional do Trabalho (OIT)) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que também participaram da elaboração do I Censo. Essas entidades podem ajudar o movimento sindical bancário a elaborar e desenvolver ações que mudem o quadro de discriminações e desigualdades nos bancos. Fonte: Fenae |
HSBC inicia onda de demissões em todo o País
| Número de desligamentos poderá ser o maior da história do Banco O HSBC iniciou nesta quinta-feira, 06, uma onda de demissões em todo o país. O movimento sindical está apurando os dados e ao mesmo tempo exigindo do banco inglês o fim dos desligamentos e que os despedidos sejam imediatamente reintegrados. |
| Em São Paulo, o sindicato paralisou o CASP, que abriga cerca de 1,2 mil funcionários, destes 15 empregados foram dispensados na quinta, e 45 nesta sexta. Há boatos de que existem listas de dispensa. O protesto também atinge diversos estabelecimentos do banco inglês na região do ABC paulista. Em Curitiba, os funcionários dos centros administrativos Palácio Avenida (matriz do banco), Vila Hauer, Xaxim e Kennedy e também as agências André de Barros, Brasílio Itiberê, Ceasa, Hauer, João Negrão, Juvevê, Marechal Deodoro, Mercês e Orleans amanheceram fechados. Apenas na capital paranaense ocorreram cerca de 130 demissões. No interior do Paraná, estão fechadas agências de Apucarana, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Guarapuava, Paranavaí, Marechal Cândido Rondon, Umuarama, Cruzeiro do Oeste e Douradina. Em Porto Alegre e região metropolitana, já ocorreram 06 demissões. "Estamos levantando as informações em todo o Estado. A partir do quadro nacional vamos articular uma ação contundente na defesa dos trabalhadores do HSBC. Há informações não oficiais de que o número de desligamentos poderá ser o maior de toda a história do banco no país”, afirma o diretor da Fetrafi-RS e do SindBancários, Lúcio Paz, funcionário do HSBC e integrante da Comissão de Organização dos Empregados (COE-HSBC). "Qualquer denúncia ou ameaça sofrida, qualquer informação, é preciso ser encaminhada ao sindicato, para que possamos atuar imediatamente”, declara o diretor financeiro em exercício do SindBancários, e funcionário do HSBC, Orlando Ribeiro, que também integra a COE-HSBC. Em dezembro de 2013, apesar das várias reestruturações em curso, a direção do HSBC garantiu ao movimento sindical que não ocorreriam demissões em massa, nem o fechamento de agências. Fonte: SindBancários com Fetrafi-RS |
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Banrisulenses assinam acordo com o banco nesta sexta-feira
| Os banrisulenses selam as conquistas da última campanha salarial nesta sexta-feira, 31, com a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho. O ato de assinatura ocorre às 11h30, no 4º andar da Direção Geral. |
| Plano de Carreira A reunião da Comissão Paritária sobre Plano de Carreira, também ocorre na DG, às 9h30 do mesmo dia. Inicialmente, a atividade havia sido agendada na Fetrafi-RS, mas devido à assinatura do ACT, o local foi alterado. Fonte:Comunicação/Fetrafi-RS |
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
RESULTADO ASSEMBLÉIA IJUI 06/10
Assembléia realizada hoje 06/10 no Sindicato Dos Bancarios Ijui deliberou o seguinte:
*Proposta Fenaban: APROVADA
*Proposta Caixa: APROVADA
Proposta BB: APROVADA
*Proposta Fenaban: APROVADA
*Proposta Caixa: APROVADA
Proposta BB: APROVADA
Os banrisulenses deliberaram pela manutenção da greve e nova assembléia amanha 07/10 às 17 horas para apreciar proposta do Banrisul.
Comando negocia avanços com diretoria do Banrisul, nesta terça
| O Comando Nacional d os Banrisulenses e a diretoria do Banrisul voltam à mesa de negociação a partir das 10h30, na Associação dos Bancos do Rio Grande do Sul (Asbancos), para negociarem avanços na pauta que irá ser avaliada na assembleia das 15h, no Clube do Comércio. A reunião desta segunda-feira (6), iniciou pela manhã, e terminou sem acordo em razão de divergências entre o Comando e a diretoria do Banco. A assembleia que aconteceria, na segunda, foi remarcada para o mesmo horário da terça-feira. |
Os diretores do Banrisul chamaram a reunião no domingo e apresentaram uma minuta de proposta para o Comando na abertura da mesa de negociação desta segunda. Os diretores do banco propuseram, entre outras questões, a retirada da PLR social do banco e um calendário de implantação do Plano de Carreira a partir de 1º de janeiro de 2015. Os representantes dos banrisulenses argumentaram que a diretoria precisava firmar um compromisso com a implantação do Plano de Carreira e manter a PLR. A proposta dos representantes dos trabalhadores foi antecipar a migração para 15 de dezembro deste ano.
“Houve evolução do Banrisul em relação às outras reuniões. Nosso maior problema em avaliar em assembleia é o pouco tempo que ficou entre a apresentação desta nova proposta e a reunião dos Banrisulenses. Por isso marcamos nova reunião para buscar ampliar direitos em alguns itens e tirarmos dúvidas para que possamos fazer uma assembleia explicativa”, diz o presidente do SindBancários, Everton Gimenis.
O diretor da Fetrafi-RS e integrante do Comando Nacional dos Banrisulenses, Juberlei Bacelo, avaliou que é preciso avaliar a proposta e buscar mais avanços. “É importante que os Banrisulenses participem da assembleia e fiquem atentos aos informes que o Comando irá fazer antes de tomarmos uma decisão. O SindBancários e a Fetrfi-RS vão fazer todo o esforço para trazer as informações para a assembleia avaliar”, explicou Juberlei.
“Assim que encerrar a reunião a proposta atualizada será publicada nos meios eletrônicos e também será impressa para avaliação na assembleia. Vamos fazer uma assembleia bem didática para que as pessoas possam ficar bem esclarecidas sobre os itens da proposta e possam fazer uma avaliação precisa”, diz a diretora de comunicação do SindBancários e funcionária do Banrisul, Ana Guimaraens.
Os pontos apresentados na nova proposta do banco
- Alguns avanços nas questões de Segurança Bancária, a ser avaliadas pela Comissão Paritária de Segurança;
- Alguns avanços nas questões de saúde, a serem avaliadas na Comissão Paritária de Saúde;
- Mais transparência no Promove, seis meses de tempo mínimo para participar de processos seletivos, empregados em cadastro reserva poderá participar de outros processos seletivos, fica assegurado ao empregado que solicitar o retorno de sua análise de perfil;
- Avanços nas licenças: adoção, paternidade, falecimento de sogros, ABAs.
- Em relação à PLR Banrisul, o banco propôs, no início da mesa de negociação, a extinção. O Comando pressionou, e o banco apresentou um novo índice que ainda está em discussão.
- Empréstimos com taxas diferenciadas;
- Apoio a qualificação;
- Intervalo de 30 minutos, para funcionários de jornada de 6 horas, com compensação;
- Pagamento da 1º parcela da PLR Fenaban 5 dias após a assinatura do Acordo, extensivo aos empregados com até 12 meses de afastamento por saúde;
- Plano de Cargos e Salários, prevendo migração ainda este ano e efetivação no próximo ano. (Alguns detalhes ainda estão sendo debatidos na mesa);
- Para Escriturário Especialista e Técnico em Tecnologia da Informação, o banco se compromete a publicar o regulamento em até 180 dias, com a participação dos trabalhadores
Calendário desta Terça-feira, 7/10 – 8º dia de greve
9h: Reunião preparatória do Comando Nacional dos Banrisulenses na Casa dos Bancários (General Câmara, 424 – Centro – PoA).
10h30: Reunião de negociação da pauta específica do Banrisul entre o Comando Nacional dos Banriuslenses e a diretoria do banco na sede da Associação dos Bancos do Rio Grande do Sul (Asbancos), na Andradas, 1.234, Centro de Porto Alegre.
15h: Assembleia dos Banrisulenses no Clube do Comércio (Andradas, 1.085) para deliberar e decidir sobre a proposta do banco.
Fonte: Imprensa SindBancários
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sábado, 4 de outubro de 2014
Comando Nacional recomenda aprovação da proposta específica da Caixa
| A Caixa Econômica Federal apresentou ao Comando Nacional dos Bancários nesta sexta-feira 3, quarto dia da greve nacional da categoria, uma nova proposta para as reivindicações específicas dos empregados na Campanha 2014, que inclui a aplicação do reajuste de 9% (2,49% de aumento real) em todos os níveis das tabelas salariais de cargo efetivo, a contratação de mais dois mil empregados até dezembro de 2015, a ampliação do vale-cultura para quem tem salário igual ou inferior a oito salários mínimos e o pagamento de 100% de horas extras realizadas nas agências com até 20 empregados, inclusive os tesoureiros. |
Assim como fez em relação à proposta da Fenaban, o Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela CEE/Caixa, considera as proposições positivas e recomenda a sua aprovação nas assembleias da segunda-feira.
"Os empregados da Caixa deram mais uma grande demonstração de sua força com a grande mobilização em todo o país, que arrancou conquistas importantes, como por exemplo o impacto do aumento do piso na curva do PCS e as novas contratações", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"O somatório da proposta da mesa única da Fenaban com o conjunto de propostas específicas da Caixa significam avanços importantes nas melhorias das condições de trabalho, na valorização do plano de cargos e salários e em cláusulas sociais e de saúde. Com base nisso, indicamos a aprovação das propostas", afirma Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa).
As propostas específicas da Caixa são as seguintes:
Reajuste salarial para cargo efetivo - A Caixa aplicará os 9% (2,49% de aumento real), definidos na mesa da Fenaban para reajuste do piso da categoria, em todos os níveis das tabelas salariais de cargo efetivo.
PLR - Será composta de:
a) PLR Regra Fenaban, com a regra básica mais a parcela adicional.
b) PLR Adicional Caixa: 4% do lucro líquido distribuído igualmente para todos os empregados.
A Caixa garantirá no mínimo uma remuneração base a todos os empregados, mesmo que a soma da PLR Fenaban e PLR adicional Caixa não atinja este teto.
Antecipação da PLR - 60% do valor devido a cada empregado serão depositados até 10 dias após assinatura do acordo.
Contratação de novos empregados - Dois mil novos trabalhadores serão contratados até dezembro de 2015.
Referência de ingresso - Os empregados serão contratados na referência 201 da Estrutura Salarial Unificada (ESU) e nas referências 2401, 2601 e 2801 da Nova Estrutura Salarial (NES).
Saúde Caixa - dependente indireto - Manutenção no Saúde Caixa da condição de dependente indireto a filhos com idade entre 21 e 27 anos incompletos que não possuam qualquer renda superior a R$ 1.800,00. (Será excluída a renda proveniente de pensão alimentícia).
Saúde Caixa - dependente direto - Manutenção, na condição de dependente direto, dos filhos portadores de deficiência permanente e incapazes, com idade superior a 27 anos, enquanto solteiros e sem renda proveniente de salário.
Vale-cultura - A partir de 1º de janeiro a Caixa estenderá a distribuição do vale-cultura também aos empregados que o requeiram e que tenham remuneração base igual ou inferior a 8 salários mínimos, conforme os termos estabelecidos pela Lei 12.761/2012 e seu regulamento.
Horas extras - Manutenção da cláusula referente à prorrogação da jornada de trabalho, assegurando-se o pagamento, com adicional de 50% sobre o valor da hora normal, ou a compensação das horas extraordinárias realizadas na proporção de 1 hora realizada para 1 hora compensada e igual fração de minutos.
A partir de janeiro de 2015, pagamento de 100% das horas extras realizadas em agências com até 20 empregados
Horas extras - tesoureiro - A partir de janeiro de 2015 a Caixa passará a pagar 100% das horas extras realizadas pelos tesoureiros lotados em agência com até 20 empregados.
Incentivo à elevação da escolaridade - Serão oferecidas bolsas de incentivo à elevação da escolaridade, na seguinte forma: até 300 para graduação, até 500 para pós-graduação e até 800 para idiomas.
Isenção de anuidade de cartão de crédito - Renovação da cláusula que garante a isenção de anuidade dos cartões de crédito CAIXA Mastercard e Visa a seus empregados.
Juros do cheque especial - Manutenção do enquadramento dos empregados, no programa de relacionamento para redução dos juros do cheque especial.
Tarifas em conta corrente - Será oferecida isenção de tarifas de conta corrente referente a renovação de cheque especial; confecção de cadastro para início de relacionamento; fornecimento de 2ª via de cartão com função de débito; fornecimento de folhas de cheque; saque (pessoal, terminal de autoatendimento e correspondente); DOC (pessoal, eletrônico e Internet); extrato mês e movimento (pessoal, eletrônico e correspondente); TEV (pessoal, eletrônico e Internet); emissão de certificado digital, e de Adep, para empregados, exclusivamente, na conta corrente onde o salário ou provento é creditado.
Ausências permitidas - Para efeito de ausência permitida para levar filho ou dependente menor ao médico, será elevada a idade para até 18 anos, incluído enteados.
Licença-maternidade - Será garantido ao empregado a continuidade da licença-maternidade, até o término do período previsto inicialmente, em caso de falecimento da mãe e sobrevida do filho.
Licença-adoção - A Caixa faculta a qualquer dos adotantes o gozo da licença-adoção, incluindo ainda os 60 dias concedidos pelo programa "Empresa Cidadã". O outro adotante poderá gozar o período equivalente à licença-paternidade.
Delta merecimento - A Caixa concederá uma referência (delta) a título de promoção por mérito, a partir de janeiro de 2015, aos empregados com no mínimo 180 dias de efetivo exercício em 2014 e sem ocorrências restritivas.
Estabilidade provisória de emprego - Renovação da cláusula referente às estabilidades provisórias de emprego.
Suplementação do auxílio-doença - A Caixa manterá a sistemática de suplementação do auxílio-doença pago pelo INSS.
Adicional de insalubridade e de periculosidade - A Caixa continuará a pagar o adicional de insalubridade ou de periculosidade, sempre que na prestação de serviços se verificar o seu enquadramento nas atividades ou operações insalubres ou perigosas.
Licença para tratamento de saúde e titularidade da função gratificada ou cargo em comissão em licença para tratamento de saúde - A Caixa renova a cláusula onde considera como de efetivo exercício os primeiros 15 dias de licença para tratamento de saúde do empregado.
A Caixa garantirá ao empregado a titularidade da função gratificada ou cargo em comissão, pelo período da licença para tratamento de saúde (LTS) ou licença por acidente de trabalho (LAT) até o limite de 180 dias.
Comissões de conciliação (CCV/CCP) - A Caixa se compromete a renovar a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho que regulamenta a CCV/CCP por ocasião do seu vencimento.
Agências-barco - Ampliação para até três dias do descanso remunerado para os empregados que cumprirem 1 ciclo de trabalho em agências-barco.
Valorização da TI - A Caixa se compromete a apresentar, no primeiro semestre de 2015, na mesa de negociação permanente, proposta para política de retenção de talentos.
Jornada em escala de revezamento - A Caixa assegurará regime de escala de revezamento aos empregados lotados nas unidades que, por força de processo de automação bancária ou em razão de características das atividades, haja necessidade de funcionarem ininterruptamente e/ou habitualmente.
GT Saúde - O GT Saúde definirá até 15 de dezembro de 2014, com apoio de consultoria especializada, proposta de metodologia para utilização do superávit em benefício do plano.
Fórum Condições de Trabalho - A Caixa constituirá uma rotina com objeto de analisar situações que envolvam condições de trabalho encaminhada pelos sindicatos ou pelos próprios empregados. Para isso, realizará piloto a partir de novembro nas cidades de Campinas, Fortaleza, São Paulo, Brasília e Curitiba.
Fonte: Contraf-CUT
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BB melhora proposta específica e Comando orienta pela aprovação
| Após a nona rodada de negociação com a Fenaban, o Banco do Brasil apresentou ao Comando Nacional dos Bancários nesta sexta-feira 3à noite, em São Paulo, sua proposta para as reivindicações específicas do funcionalismo, que inclui reajuste maior no piso refletindo na tabela de antiguidade do PCR e também na carreira de mérito, e avanços nas substituições. O Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, considerou as propostas positivas e indica a sua aprovação nas assembleias da segunda-feira 6. |
"Queremos parabenizar a forte greve do funcionalismo do BB em todo o país, que arrancou a nova proposta do banco, com destaque para o aumento real no piso e o fim do banco de horas", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"O conjunto de propostas do Banco do Brasil, juntamente com a proposta global da mesa da Fenaban, traz avanços significativos em relação às nossas reivindicações, depois de um longo período de negociações. O reajuste maior no piso dialoga com todos os segmentos do funcionalismo e terá impacto imediato para mais de 40 mil funcionários. Poderemos levar para nossas assembleias, defendendo a sua aprovação", afirma Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa do BB.
"Consideramos também um grande avanço a volta da substituição dos gerentes de módulo nas PSO e nas agências que têm somente uma gerência média. É uma forma de acabar com desvio de função dos caixas e, ainda, melhorar a pontuação e a qualificação para processos seletivos dos funcionários", acrescenta Wagner.
Para o grupamento de comissionados, algumas propostas contemplam reivindicações antigas, como o bloqueio das estações de trabalho dentro da jornada e, ainda, em relação à gerência média, uma cláusula que trata da forma de cobrança nas unidades, vinculada ao protocolo de resolução de conflitos, que trata principalmente das metas abusivas e suas consequências nas condições de trabalho dos funcionários.
Os cursos sobre assédio moral e sexual, clima organizacional e mediação são também avanços, que futuramente avaliaremos os seus resultados, mas a mesa temática sobre Gestão de Disciplina e Penas (Gedip) será muito importante para discutirmos e alterarmos a responsabilidade pecuniária dos funcionários em várias situações de risco de negócio que estejam sendo feitas indevidamente.
As propostas específicas apresentadas pelo BB são as seguintes:
- Ratificação do índice de 8,5% (2,02% de aumento real) nos salários e benefícios apresentado pela Fenaban.
- Reajuste de 9% (2,49% acima da inflação) do piso em toda a carreira do PCR.
- Substituição de Gerente de Módulo nas PSO - Módulo Suporte Operacional (SOP) por caixas, conforme instruções internas.
- Substituição de funções gerenciais nas Unidades de Negócios com somente uma Gerência Média, conforme instruções internas.
- O BB contratará dois mil funcionários, sendo mil até 31 de dezembro de 2014 e mil até 31/12/2015.
- O banco retroagirá a 1º de setembro de 2005 a pontuação de mérito dos caixas. Os efeitos financeiros e o pagamento serão retroativos a 1º de setembro deste ano.
- Elevação do valor da Unidade de Saúde de R$0,36 para R$0,55 (52%).
- O BB pagará Vantagem em Caráter Pessoal (VCP) por 120 dias para
descomissionamentos de funcionários que tenham mais de 5 anos na comissão; excluídos os descomissionamentos por sanção disciplinar e por desempenho (3 ciclos avaliatórios).
- Instalação de mesa temática sobre Gestão de Disciplina e Perdas (Gedip).
- Pagamento em dinheiro de todas as horas extras prestadas (fim do banco de horas).
- O banco se compromete a bloquear, até dezembro de 2014, o acesso às estações de trabalho para todos os funcionários que estiverem com a jornada de trabalho encerrada no ponto eletrônico.
- O BB disponibilizará aos funcionários o pagamento do vale-transporte em dinheiro, observadas as regras do programa.
- O novo curso "Conciliação: Mediação para Gestores" passará a ser pontuado nas oportunidades do sistema TAO para concorrências às funções de Gerente Geral em Unidades de Negócios.
- O banco desenvolverá curso sobre Assédio Moral e Sexual, incentivando a participação de todos os funcionários, com pontuação para as concorrências a funções gerenciais.
- O BB disponibilizará no mínimo 30 turmas da Oficina Gestão do Clima Organizacional, a fim de capacitar gestores a aprimorar o clima de suas unidades.
- O banco permitirá, de outubro a dezembro de 2014, a realização de jornada extraordinária, vinculada ao Plano de Funções, na forma das instruções normativas que tratam do assunto.
* Contraf-CUT
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Proposta
Comando Nacional orienta aceitação da proposta da Fenaban
| No quarto dia da greve nacional, nesta sexta-feira (3), que paralisou 10.355 agências e centros administrativos nos 26 estados e no Distrito Federal, a Fenaban retomou as negociações com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, e apresentou uma nova proposta para a categoria. |
| Durante a 9ª rodada de negociação da Campanha Salarial, ocorrida no início da noite desta sexta-feira, em São Paulo, a Fenaban apresentou uma nova proposta aos bancários. Os bancos elevaram o reajuste de 7,% para 8,5% (aumento real de 2,02%) sobre todas as verbas de natureza salarial. Além disso, a Federação Nacional dos Bancos também aumentou o reajuste de 8% para 9% nos pisos e ofereceu o percentual de 12,2% para correção do vale-refeição. Combate às metas abusivas Os bancos incluirão também na Convenção Coletiva o compromisso de que "o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho". Trata-se de mais um passo no combate às metas abusivas, que tem provocado adoecimento e afastamento de bancários. Dias parados A Fenaban propõe a compensação dos dias parados durante a greve, na forma de uma hora por dia no período de 15 de outubro a 31 de outubro, para quem trabalha seis horas, e uma hora por dia no período entre 15 de outubro e 7 de novembro, para quem trabalha oito horas. Além disso, a cobrança de metas passará a ser proibida não somente por SMS, mas também por qualquer outro tipo de aparelho ou plataforma digital. Outros avanços nas negociações com a Fenaban A proposta inclui ainda os avanços apresentados pelos bancos ao longo das negociações sobre saúde e condições de trabalho, tais como: Certificação CPA 10 e CPA 20 - Quando exigido pelos bancos, os trabalhadores terão reembolso do custo da prova em caso de aprovação. Adiantamento de 13º salário para os afastados - Quando o bancário estiver recebendo complementação salarial, terá também direito ao adiantamento do 13º salário, a exemplo dos demais empregados. Reabilitação profissional - Cada banco fará a discussão sobre o programa de retorno ao trabalho com o movimento sindical. Gestantes - As bancárias demitidas que comprovarem estar grávidas no período do aviso prévio serão readmitidas automaticamente. Casais homoafetivos - Os bancos irão divulgar a cláusula de extensão dos direitos aos casais homoafetivos, informando que a opção deve ser feita diretamente com a área de RH de cada banco, e não mais com o gestor imediato, para evitar constrangimentos e discriminações. Novas tecnologias - Realização de seminários periódicos para discutir sobre tendências de novas tecnologias. Campanha sobre assédio sexual - Os bancos assumiram o compromisso de realizar uma campanha junto com os bancários para combater o assédio sexual no trabalho. Conquista no HSBC O HSBC apresentou a proposta de pagamento de R$ 3 mil, sob forma de participação nos resultados (PPR), através de uma antecipação de R$ 2 mil em outubro e R$ 1 mil em fevereiro de 2015. A proposta é resultado da pressão da greve e das negociações com o banco inglês, uma vez que a instituição teve prejuízo no balanço do primeiro semestre. Conforme o modelo de distribuição de lucros, o pagamento aos trabalhadores ficaria prejudicado. Avaliação da nova proposta da Fenaban em assembleias Na sequência da rodada com a Fenaban, houve também negociações específicas com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, que trouxeram igualmente novas propostas. O Comando Nacional, reunido logo após a negociação, avaliou de forma positiva as novas propostas apresentadas e decidiu por ampla maioria orientar a sua aprovação nas assembleias dos bancários a serem realizadas pelos sindicatos na próxima segunda-feira (6) em todo o país. "O aumento da proposta dos bancos é resultado da forte greve dos bancários em todo o país, que cresceu nesses primeiros quatro dias e superou o número de agências paralisadas no ano passado", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "Consideramos a proposta positiva, conquistada com muita mobilização. No Banco do Brasil e na Caixa Federal, os 9% de reajuste no piso vão impactar nas curvas dos planos de cargos e salários. Por isso, o Comando está indicando a aceitação das propostas nas assembleias." A nova proposta econômica dos bancos Reajuste - 8,5% (2,02% de aumento real). Piso portaria após 90 dias - 1.252,38 (9,00% ou 2,49% de aumento real). Piso escritório após 90 dias - R$ 1.796,45 (2,49% acima da inflação). Piso caixa/tesouraria após 90 dias - R$ 2.426,76 (salário mais gratificação mais outras verbas de caixa), significando reajuste de 8,37% e 2,37% de aumento real). PLR regra básica - 90% do salário mais R$ 1.837,99, limitado a R$ 9.859,93. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 21.691,82. PLR parcela adicional - 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.675,98. ................................................................... Antecipação da PLR Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva e a segunda até 2 de março de 2015. Regra básica - 54% do salário mais fixo de R$ 1.102,79, limitado a R$ 5.915,95 e ao teto de 12,8% do lucro líquido - o que ocorrer primeiro. Parcela adicional - 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre de 2014, limitado a R$ 1.837,99. ................................................................... Auxílio-refeição - R$ 26,00 (R$ 572,00 ao mês), reajuste de 12,2%. Auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta - R$ 431,16. (Somados, os auxílios refeição e cesta-alimentação resultam em R$ 1.003,13 por mês, o que representa reajuste de 10,76%). Auxílio-creche/babá (filhos até 71 meses) - R$ 358,82. Auxílio-creche/babá (filhos até 83 meses) - R$ 306,96. Gratificação de compensador de cheques - R$ 139,44. Requalificação profissional - R$ 1.227,00. Auxílio-funeral - R$ 823,30. Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto - R$ 122.770,20. Ajuda deslocamento noturno - R$ 85,94. *Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS |
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sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Comando Nacional avalia nova proposta da Fenaban
Durante
a 9ª rodada de negociação da Campanha Salarial, ocorrida no início da
noite desta sexta-feira, em São Paulo, a Fenaban apresentou uma nova
proposta aos bancários. Os bancos elevaram o reajuste de 7,% para 8,5%
(aumento real de 2,02%) sobre todas as verbas de natureza salarial. Além
disso, a Federação Nacional dos Bancos também aumentou o reajuste de 8%
para 9% nos pisos e ofereceu o percentual de 12,2% para correção do
vale-refeição.
Os bancos anunciaram a inclusão na Convenção Coletiva de Trabalho de um compromisso para que "o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva, a fim de prevenir conflitos nas relações de trabalho".
Em relação aos dias parados, a Fenaban propõe a compensação de uma hora por dia, no período de 15 de outubro a 31 de outubro para quem trabalha 6h. No caso de quem trabalha 8h diárias, a compensação deverá ocorrer entre 15 de outubro e 7 de novembro.
A proposta é a seguinte:
Reajuste de 8,50% (2,02% de aumento real).
Piso portaria após 90 dias - 1.252,38 (9,00% ou 2,49% de aumento real).
Piso escritório após 90 dias - R$ 1.796,45 (2,49% acima da inflação).
Piso caixa/tesouraria após 90 dias - R$ 2.426,76 (salário mais gratificação mais outras verbas de caixa), significando reajuste de 8,37% e 2,37% de aumento real).
PLR regra básica - 90% do salário mais R$, limitado a R$ 9.859,93. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 21.691,82. PLR parcela adicional - 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.675,98. ...................................................................
Antecipação da PLR
Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva e a segunda até 2 de março de 2015.
Regra básica - 54% do salário mais fixo de R$ 1.102,79, limitado a R$ 5.915,96 e ao teto de 12,8% do lucro líquido - o que ocorrer primeiro.
Parcela adicional - 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre de 2014, limitado a R$ 2.205,59. ...................................................................
Auxílio-refeição - R$ 26,00 (R$ 572,00 ao mês), reajuste de 12,2%.
Auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta - R$ 431,13. Auxílio-creche/babá (filhos até 71 meses) - R$ 358,82.
Auxílio-creche/babá (filhos até 83 meses) - R$ 306,95. Gratificação de compensador de cheques - R$ 139,44. Requalificação profissional - R$ 1.227,00.
Auxílio-funeral - R$ 823,29. Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto - R$ 122.770,20.
Ajuda deslocamento noturno - R$ 85,94.
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
Os bancos anunciaram a inclusão na Convenção Coletiva de Trabalho de um compromisso para que "o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva, a fim de prevenir conflitos nas relações de trabalho".
Em relação aos dias parados, a Fenaban propõe a compensação de uma hora por dia, no período de 15 de outubro a 31 de outubro para quem trabalha 6h. No caso de quem trabalha 8h diárias, a compensação deverá ocorrer entre 15 de outubro e 7 de novembro.
A proposta é a seguinte:
Reajuste de 8,50% (2,02% de aumento real).
Piso portaria após 90 dias - 1.252,38 (9,00% ou 2,49% de aumento real).
Piso escritório após 90 dias - R$ 1.796,45 (2,49% acima da inflação).
Piso caixa/tesouraria após 90 dias - R$ 2.426,76 (salário mais gratificação mais outras verbas de caixa), significando reajuste de 8,37% e 2,37% de aumento real).
PLR regra básica - 90% do salário mais R$, limitado a R$ 9.859,93. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 21.691,82. PLR parcela adicional - 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.675,98. ...................................................................
Antecipação da PLR
Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva e a segunda até 2 de março de 2015.
Regra básica - 54% do salário mais fixo de R$ 1.102,79, limitado a R$ 5.915,96 e ao teto de 12,8% do lucro líquido - o que ocorrer primeiro.
Parcela adicional - 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre de 2014, limitado a R$ 2.205,59. ...................................................................
Auxílio-refeição - R$ 26,00 (R$ 572,00 ao mês), reajuste de 12,2%.
Auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta - R$ 431,13. Auxílio-creche/babá (filhos até 71 meses) - R$ 358,82.
Auxílio-creche/babá (filhos até 83 meses) - R$ 306,95. Gratificação de compensador de cheques - R$ 139,44. Requalificação profissional - R$ 1.227,00.
Auxílio-funeral - R$ 823,29. Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto - R$ 122.770,20.
Ajuda deslocamento noturno - R$ 85,94.
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
QUADRO DE GREVE SINDICATO DOS BANCÁRIOS IJUI - 01/10/2014
Quadro Greve
Sindicato dos Bancários de Ijuí e Região dia 01/10/2014:
Banrisul:
·
Ag. Ijuí....................................................................... PARCIAL
·
Ag. Portal das Missões (Ijuí) ....................................... FECHADA
Caixa:
·
Ag. Ijuí....................................................................... PARCIAL
Itaú:
·
Ag. Ijuí (0346)............................................................ PARCIAL
Hsbc:
·
Ag. Ijuí....................................................................... PARCIAL
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Primeiro dia da greve tem 767 agências bancárias paralisadas no Rio Grande do Sul
O primeiro dia de greve dos bancos na base dos 38 sindicatos filiados à Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS) terminou com 767 agências paralisadas. Foram 356 agências nos 15 municípios da base do Sindicato dos Bancários da Capital (SindBancários Porto Alegre), mais 411 unidades do interior do Estado.
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Os números revelam adesão maior que na última greve. Somente em Porto Alegre, houve crescimento de 41,3% em relação ao primeiro dia do ano passado. As agências de bancos públicos e privados ficaram totalmente paralisadas no primeiro dia de greve em comparação com as 252 do primeiro dia da GREVE do ano passado (19/9/2013).
O coordenador de Política Sindical da Fetrafi-RS, Juberlei Bacelo, avalia a mobilização como resposta à dificuldade de avanços na mesa de negociação. "Este ano tivemos uma arrancada de bancários que aderiram à greve bem superior ao último ano, o que reflete a indignação da categoria com as condições desfavoráveis de trabalho da categoria, além das metas abusivas que têm adoecido os bancários", ressalta.
As negociações iniciaram nacionalmente em 11 de agosto e ainda não houve avanços nas cláusulas sociais, no reajuste de piso e de verbas salariais, assim como melhores condições de trabalho, mais investimentos em saúde, igualdade de oportunidades, segurança e mais empregos.
Em relação às cláusulas econômicas, a Fenaban fez duas propostas. Em 19/9, na sétima rodada de negociação, representantes dos bancos ofereceram 7% nas verbas salariais (vale-refeição, cesta alimentação, entre outras) e 7,5% de reajuste no piso. No sábado passado, 27/9, em nova reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e representantes da Federação Nacional dos Bancos (Fernaban), os percentuais aumentaram. Os representantes dos bancos ofereceram 7,5% nas verbas salariais e 8% no piso. As duas propostas econômicas foram consideradas insuficientes. A segunda proposta econômica foi rejeitada em assembleias nacionais na segunda-feira (29), e confirmou a greve.
Mobilização fecha mais de 6,5 mil agências no Brasil
Os bancários fecharam pelo menos 6.572 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em 26 estados e no Distrito Federal no primeiro dia da greve nacional da categoria por tempo indeterminado. São 427 unidades paralisadas a mais que no primeiro dia da greve do ano passado (6.145), um crescimento de 9,38%. Os bancários reivindicam 12,5% de reajuste, valorização do piso salarial, PLR maior, garantia de emprego, melhores condições de saúde e trabalho, com fim das metas abusivas e do assédio moral, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades.
O balanço foi feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) com base nos dados enviados até as 18h30 pelos 134 sindicatos que integram o Comando Nacional dos Bancários, que representa cerca de 95% dos 511 mil bancários do País. "Mais uma vez os bancários dão uma grande demonstração de unidade nacional e a força de sua mobilização, fazendo uma greve ainda maior que no ano passado. É um recado inequívoco aos bancos de que queremos mais do que os 7,35% de reajuste e que não fecharemos acordo sem que nossas reivindicações econômicas e sociais sejam atendidas", adverte Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.
As principais reivindicações dos bancários
-Reajuste salarial de 12,5%.
-Piso Salarial de R$ 2.979,25
-PLR: três salários mais parcela adicional de R$ 6.247.
-14º salário.
-Vales alimentação, refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 724,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
-Gratificação de caixa: R$ 1.042,74.
-Gratificação de função: 70% do salário do cargo efetivo.
-Vale-cultura: R$ 112,50 para todos.
-Fim das metas abusivas.
-Combate ao assédio moral.
-Isonomia de direitos para afastados por motivo de saúde.
-Manutenção dos planos de saúde na aposentadoria.
-Emprego: fim das demissões e da rotatividade, mais contratações, proibição às dispensas imotivadas como determina a Convenção 158 da OIT, aumento da inclusão bancária e combate às terceirizações.
-Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
-Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.
-Prevenção contra assaltos e sequestros: cumprimento da Lei 7.102/83 que exige plano de segurança em agências e PABs, garantindo pelo menos dois vigilantes durante todo o horário de funcionamento dos bancos; instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento das agências; biombos em frente aos caixas e fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
-Igualdade de oportunidades para todos, pondo fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs).
Fonte: Comunicação Fetrafi-RS, com informações de indBancários e Contraf-CUT
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Relato sobre a participação de Moacir Deves, Diretor de Comunicação e Saúde doSindicato Dos Bancarios Ijui em reunião com a Caixa.
Estiveram reunidos em Brasília, hoje, 24/09, no Hotel San Marco, os representantes da Caixa, sob a coordenação de Almir Marcio Miguel, Gerente Nacional da GEING/MZ; e, representantes dos empregados, sob a coordenação da diretora de Finanças da Contec, Rumiko Tanaka para dar continuidade à discussão dos assuntos pendentes da pauta de reivindicação dos empregados da Caixa.
A CAIXA apresentou uma lista de propostas, algumas com renovação, outras com avanços, conforme descrevemos abaixo:
A CAIXA apresentou uma lista de propostas, algumas com renovação, outras com avanços, conforme descrevemos abaixo:
Isenção de Tarifas Bancárias - amplia a isenção em vários serviços exclusivos para a conta corrente de crédito dos salários.
Ausência Permitida – amplia a idade de 14 para 18 anos para levar filho ou enteado ao médico.
Licença Adoção – prerrogativa da concessão para o Pai ou a Mãe, pelo mesmo prazo da Licença Maternidade, a escolha dos pais.
Bolsa de Estudo – concessão para até 300 bolsas para graduação, até 500 para pós-graduação e até 800 para idiomas.
Licença Maternidade – Em caso de falecimento da mãe, e a sobrevida do filho, fica garantido a continuidade da licença para o Pai.
Licença Maternidade – Em caso de falecimento da mãe, e a sobrevida do filho, fica garantido a continuidade da licença para o Pai.
A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação - CEBNN/CONTEC entende que houve alguns avanços, entretanto ficaram sem atendimento pontos importantes e fundamentais que a categoria esperava que fossem solucionados em mesa de negociação, e muito questionados pelos empregados, tais como: Contratação de novos empregados para atender as demandas das agências; isonomia para com os empregados pós 98; ausência de sinalização de melhorias no Plano de Carreira com relação à defasagem dos últimos anos e os acertos da curva salarial passando os valores da referência 202 para 201, regularizando assim o piso da categoria da Caixa, dentre outros.
Avaliação: Avaliamos que a CAIXA no decorrer das negociações vem subestimando as justas e claras reivindicações
dos empregados, e que precisa apresentar propostas concretas que realmente atendam as demandas apresentadas na pauta de reivindicações.
Orientação: Somente com forte mobilização da categoria conseguiremos arrancar da CAIXA propostas que realmente atendam as reivindicações dos empregados.
Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação - CEBNN/CONTEC
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terça-feira, 23 de setembro de 2014
Negociação com o BB é antecipada para quarta-feira, 24
| A direção do Banco do Brasil e o Comando Nacional dos Bancários anteciparam para esta quarta-feira 24 a quarta rodada de negociações da pauta específica da Campanha 2014, quando o BB deve apresentar uma proposta aos funcionários. A reunião será às 10h, em Brasília. |
| O índice de reajuste de toda a categoria bancária, o que inclui os funcionários dos bancos públicos, está sendo negociado entre o Comando Nacional e a Fenaban, da qual o BB também participa. Os bancos propuseram na sexta-feira 19 reajuste de 7,5%, o que significa 0,61% de aumento real. O Comando considerou a proposta insuficiente e está orientando deflagração de greve a partir de 30 de setembro. Na terceira rodada de negociações específicas entre o Comando Nacional e o BB, realizada no dia 12 de setembro, em São Paulo, foram as demais reivindicações econômicas do funcionalismo. Veja abaixo: Plano de Carreira e Remuneração (PCR) O PCR foi bastante discutido, onde as principais propostas apresentadas pelos bancários são a mudança do interstício para 6%, a inclusão dos escriturários na carreira de mérito, a mudança da pontuação diária de cada grupo e a retroatividade do mérito dos caixas a 1998. Volta da substituição O Comando insistiu na volta das substituições. Desde 2007, quando foram suspensas, têm causado enorme prejuízo aos funcionários e ao banco, devido a não formação de novos comissionados com experiência e treinamento necessários para o exercício do cargo. Previdência complementar Na parte sobre planos de previdência, entre as muitas reivindicações da minuta, foi debatida a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados nos planos administrados pela Previ, a criação de um novo benefício com base na PLR para os Planos 1 e Previ Futuro e também o resgate da parte patronal no plano Previ Futuro e a diminuição das taxas de carregamento. Plano de Funções Desde que o banco implantou unilateralmente o novo plano de funções, várias distorções foram criadas com prejuízo aos bancários de funções técnicas e gerenciais. Os bancários reivindicam a criação de um plano negociado com os funcionários, com aumento dos Valores de Referência (VR) e das gratificações de função, evitando as verbas de complemento, que subtraem as promoções por mérito e antiguidade. Foi proposto pelo Comando a criação de módulos básicos e avançados em todos os cargos gerenciais, inclusive no de Supervisor de Atendimento. Incorporação da comissão Assim como já acontece em outras empresas, os bancários reivindicam que no BB haja a incorporação de 100% do Valor de Referência ,ao passo de 10% do VR ao ano em cada cargo exercido. Gerência média Foram apresentadas propostas para as reivindicações dos funcionários da gerência média, como a melhoria dos VR, a equiparação dos gerentes de relacionamento do carteirão com os demais gerentes de atendimento personalizado e equiparação de gerentes de grupo e de setor. Ainda sobre o plano de funções, foi debatida a criação da comissão de pregoeiro para os funcionários que trabalham nas áreas de licitação e a função de analista técnico social para os responsáveis por programas sociais, como financiamento imobiliário do Minha Casa Minha Vida. Reestruturações Devido ao grande número de reestruturações em andamento dentro do banco, muitas vezes os funcionários envolvidos perdem os cargos ou parte dos salários devido à mudança de locais de trabalho. Os bancários reivindicam a criação de uma proteção aos salários nestes casos. Foi sugerida pelo Comando a criação de uma mesa temática exclusiva para tratar de reestruturações, com o objetivo de convencionar patamares mínimos de proteção aos bancários. CABB Os bancários cobraram do banco a apresentação de propostas para os funcionários da CABB, cuja mesa temática foi realizada no meio do ano e ainda há muitas pendências a serem resolvidas. Folgas da Justiça Eleitoral Os dirigentes sindicais também questionaram o BB sobre a edição de uma Instrução Normativa que trata das folgas da Justiça Eleitoral. Os bancários têm reclamado que está havendo muitos conflitos com o que determinam os tribunais eleitorais e os gestores do BB. Demais reivindicações
Os bancários discutiram com o banco a implantação de demais reivindicações contidas na minuta sobre remuneração, como a implantação de menores taxas de empréstimos e financiamentos aos funcionários, a retirada de metas de avaliação da GDP e a extensão do vale-cultura para todos os funcionários.
Fonte: Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
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Reunião com a CAIXA na próxima quarta-feira
Haverá reunião de negociação com a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL na próxima
quarta-feira (24/09), às 15, no Hotel San Marco, localizado no Setor
Hoteleiro Sul, Quadra 5, Bloco C, Brasília-DF. A reunião preparatória
acontece também no dia 24/09, às 12h, no mesmo local.
O Diretor Moacir Deves representará o Sindicato de Ijuí na reunião com a Caixa.
O Diretor Moacir Deves representará o Sindicato de Ijuí na reunião com a Caixa.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
EDITAL DE CONVOCAÇÃO GREVE
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Assembléia Geral Extraordinária
(Resumo do
Edital publicado no Correio do Povo do dia 20/09/2014)
A
Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio
Grande do Sul e o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de IJUÍ,
com sede na Rua Sete de Setembro, 345, sala 28, na cidade de Ijuí, por seus
representantes legais, CONVOCAM todos os empregados em estabelecimentos
bancários (sindicalizados ou não), inclusive empregados dos bancos públicos
(Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banrisul, Badesul e Banco da
Amazônia) das cidades que integram as concernentes bases territoriais dos
Sindicatos, para reunirem-se em assembleia geral no respectivo endereço supra
mencionado, no dia 25 de setembro de 2014, às 18:00 (dezoito) horas, em
primeira convocação, ou às 19:00 (dezenove) horas no mesmo dia, em segunda e
última convocação, para discutir e decidir acerca da seguinte Ordem do Dia:
1. Avaliar eventual contraproposta das Mesas de
Negociações com a Fenaban e com as demais Instituições financeiras específicas.
2. Deliberar sobre ratificação do indicativo do Comando
Nacional de deflagração de greve a contar do dia 30/09/2014, tendo em vista
inexistir qualquer contraproposta razoável às reivindicações dos trabalhadores.
3. Deliberar sobre a suspensão da assembleia para ser
reconvocada a qualquer momento, mediante simples boletim interno do sindicato.
Porto
Alegre, 20 de setembro de 2014
P/ Sindicato Convocante
ARNONI HANKE DENISE FALKENBERG CORRÊA
Diretoria
Administrativa Diretoria de Política Sindical
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Bancários fazem assembleias no dia 25, próxima quinta-feira
| Após a apresentação de proposta insuficiente da Fenaban, o Comando Nacional definiu os encaminhamentos da Campanha Salarial para a próxima semana. No dia 25 de setembro, quinta-feira, os sindicatos promovem assembleias gerais da categoria para deliberar pela greve por tempo indeterminado a partir do dia 30 de setembro. Novas assembleias ocorrem no dia 29 de setembro, para organização do início do movimento paredista. |
| Após cinco rodadas de negociações com o Comando Nacional sem resultados relevantes para os bancários, a Fenaban apresentou proposta global na manhã desta sexta-feira (19), composta pelo reajuste de 7% sobre as verbas de natureza salarial e de 7,5% no piso. Clique aqui para ver a proposta na íntegra! O diretor da Fetrafi-RS e representante no Comando Nacional, Juberlei Bacelo, salienta que o descaso dos bancos leva a categoria a ampliar a mobilização em todas as bases sindicais, preparando os bancários para mais uma greve nacional. "Além de não trazer qualquer avanço nas negociações, a Fenaban repete a mesma tática de campanhas anteriores com a apresentação de uma proposta rebaixada, que gera grande indignação na categoria. Convocamos os bancários para a luta por melhores condições de trabalho e um reajuste digno”, salienta o sindicalista. Juberlei enfatiza a importância da pressão sobre a Fenaban. "O embate com os bancos exige força e organização da categoria. Graças a nossa consciência coletiva e unidade foi possível manter a Convenção Coletiva de Trabalho, avançando na conquista de direitos. Os bancários tem uma trajetória de luta que forjou parte da história dos trabalhadores no Brasil. A cada ano reafirmamos esta tradição através da realização de grandes greves com resultados efetivos”, destaca o dirigente da Fetrafi-RS. Bancos públicos também enrolam nas negociações específicas Seguindo o exemplo da Fenaban, as direções da Caixa, Banco do Brasil e Banrisul também causaram indignação nas negociações das pautas específicas de cada segmento. Após diversas mesas, não houve avanços ou apresentação de propostas da parte dos bancos, sendo que os negociadores das instituições evidenciam - pela postura displicente nos debates - que apenas querem ganhar tempo. Principais reivindicações dos bancários: - Reajuste salarial de 12,5%. - PLR: três salários mais parcela adicional de R$ 6.247. - 14º salário. - Vales alimentação, refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 724,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional). - Gratificação de caixa: R$ 1.042,74. - Gratificação de função: 70% do salário do cargo efetivo. - Vale-cultura: R$ 112,50 para todos. Fonte: Comunicação/Fetrafi-RS |
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Fenaban apresenta proposta e Comando reúne para definir orientações
| Após cinco rodadas de negociações com o Comando Nacional dos Bancários, a Fenaban apresentou proposta global na manhã desta sexta-feira, composta pelo reajuste de 7% sobre as verbas de natureza salarial e de 7,5% no piso. |
| O Comando reúne neste momento para definir os encaminhamentos da Campanha Salarial. Mais informações serão divulgadas a qualquer instante. Principais reivindicações dos bancários: - Reajuste salarial de 12,5%. - PLR: três salários mais parcela adicional de R$ 6.247. - 14º salário. - Vales alimentação, refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 724,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional). - Gratificação de caixa: R$ 1.042,74. - Gratificação de função: 70% do salário do cargo efetivo. - Vale-cultura: R$ 112,50 para todos. Clique para ver a proposta na íntegra. Fonte: Comunicação/Fetrafi-RS |
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Passeatão marca início da mobilização para a greve da categoria
| O Passeatão Estadual dos Bancários do Rio Grande do Sul marcou o início da mobilização para a greve da categoria, que pode ser deflagrada nesta sexta-feira (19), caso as negociações da 5ª Rodada da Mesa de Negociação da Campanha Salarial 2014 não avancem com a Federação Brasileira de Bancos (Fenaban). |
Cerca de 500 bancários e representantes de sindicatos de todas as sete regionais do Rio Grande do Sul tomaram as ruas da capital gaúcha na tarde desta quinta-feira (18). A atividade já é uma tradição histórica da Campanha Salarial. Organizada pela Fetrafi-RS e pelo Sindicato dos Bancários de Porto Alegre (SindBancários), a manifestação também conta com o apoio e a participação de todas as entidades filiadas à Federação.
A concentração ocorreu na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, em frente à agência central do Banrisul. Os bancários seguiram pelas principais ruas que contam com a presença de agências, até a Esquina Democrática. Mais do que reajuste salarial, a Campanha Salarial dos Bancários, com o lema “Mais, Mais, Queremos Mais”, busca o apoio da sociedade gaúcha para as reivindicações da categoria de mais segurança, condições de trabalho, saúde, igualdade, manutenção do emprego e novos postos de trabalho, além do atendimento de qualidade nas agências, a partir da luta contra a terceirização do trabalho.
O diretor de Política Sindical da Fetrafi-RS e membro do Comando Nacional dos Bancários, Juberlei Baes Bacelo, um diferencial da Campanha Salarial deste ano é uma maior intervenção da classe patronal nas escolhas políticas, pautando candidaturas com atitudes contra os trabalhadores. “O projeto da terceirização é um verdadeiro ataque à nossa categoria, por meio do Supremo Tribunal Federal (STF). Nessa campanha, além das nossas reivindicações, vamos às ruas para lutar contra esse ataque dos bancos.”
Juberlei Bacelo ressaltou ainda que o passeatão é a largada para a tradicional movimentação de setembro e para a greve nacional da categoria, prevista para ser anunciada nesta sexta (19), pelo Comando Nacional. “Vamos chamar a atenção da sociedade e desgastar a imagem deste setor até sermos ouvidos e conquistarmos ainda mais avanços necessários a toda sociedade.”
Entidades unidas na luta pelas reivindicações
Faixas, cartazes, apitos e outros materiais visuais identificaram os sindicatos e os eixos da Campanha. A Fetrafi-RS destaca a importância da participação massiva de dirigentes sindicais e colegas bancários no Passeatão para mostrar a força e a organização dos trabalhadores do sistema financeiro.
O ato contou também com a presença do Secretário de Estudos Socioeconômicos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e funcionário do Banrisul, Antonio Pirotti, que ressaltou a presença unificada da Federação, SindBancários e dos demais sindicatos do Estado. “A necessidade é cada vez mais intensificarmos as mobilizações dos bancários em busca não apenas de uma Campanha Salarial, mas também dialogar com a sociedade gaúcha sobre o papel das financeiras, sobre as taxas de juros abusivas que a população paga, mas que não apresentam contrapartida em políticas públicas para a sociedade”. Pirotti também ressaltou a importância da busca pela segurança nas instituições financeiras. “Não podemos mais admitir que bancários e clientes sejam assaltados e até mesmo mortos dentro dos bancos”.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (CUT-RS), Claudir Nespolo, também ressaltou a importância da união das entidades em uma grande campanha salarial, que busca um reajuste digno, a melhoria das cláusulas sociais da convenção coletiva, em prol de uma realidade mais digna para os bancários. “Esse trabalhador cumpre uma função fundamental na sociedade e os donos dos bancos não atendem como deveriam ao que chamamos de valorização da categoria à altura da responsabilidade que os bancários têm.”
Frente aos cidadãos que se reuniram na Esquina Democrática, também o presidente do SindBancários de Porto Alegre, Everton Gimenis, ressaltou que essa foi a mobilização de rua de uma Campanha Salarial que iniciou há cinco rodadas de negociação, quando a categoria entregou a pauta de reivindicações específicas. “Amanhã, ou nos apresentam uma proposta decente ou vamos marcar a data da greve”, anunciou.
Principais reivindicações dos bancários:
- Reajuste salarial de 12,5%.
- PLR: três salários mais parcela adicional de R$ 6.247.
- 14º salário.
- Vales alimentação, refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 724,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
- Gratificação de caixa: R$ 1.042,74.
- Gratificação de função: 70% do salário do cargo efetivo.
- Vale-cultura: R$ 112,50 para todos.
Fonte: Fetrafi/RS
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Rodada específica: Banrisul propõe retirada de direitos de afastados
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A segunda rodada de negociações da pauta específica dos banrisulenses, iniciada nesta quarta-feira, 17, se resumiu na disposição do Comando de avançar e na tática defensiva da diretoria do Banrisul. Aliás, os negociadores do banco só mudaram de postura quando o assunto foi retirar direitos dos trabalhadores. Sem propostas ou acenar com avanços, a diretoria veio para a negociação, ocorrida na Associação dos Bancos do RS não só para enrolar, mas para condicionar a renovação do Acordo Coletivo do ano passado à exclusão dos banrisulenses afastados do trabalho por motivo de doença do pagamento da PLR Banrisul e outros benefícios, como a 13ª cesta alimentação e vale-refeição.
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A diretoria propôs ainda que o Acordo fosse prorrogado até 2 de outubro. O Comando rechaçou, de forma indignada, as propostas do banco, destacando que só assinaria a prorrogação com a manutenção das cláusulas que o Banrisul queria suprimir e com prazo fixado no término da negociação. Os temas saúde e condições de trabalho foram debatidos no período da tarde diante do impasse a prorrogação do Acordo Coletivo 2013. Por cerca de seis horas, os debates seguiram acirrados, com muitas discussões sobre pontos específicos e sob a intransigência da diretoria. Na avaliação do Comando, o Banrisul enrola para ganhar tempo e esperar a proposta de índice que a Fenaban promete apresentar nesta sexta-feira, 19. Os negociadores querem empurrar para depois do dia 2 de outubro, quando se encerram as negociações, a apresentação de uma proposta global. "O banco está propondo retirar PLR e outras conquistas que os banrisulenses tiveram depois de lutar por muitos anos. A falta de sensibilidade pode ser medida pelo momento que a diretoria propõe atacar os afastados por doenças. Eles querem tirar benefícios como vales e cesta alimentação que já estão consagrados como conquista e direito por seis meses no caso de afastamento por doença, no dia em que estamos debatendo saúde e condições de trabalho. Ninguém pode perder nada”, apontou o presidente do SindBancários, Everton Gimenis. Para o integrante do Comando Nacional, diretor da Contraf-CUT e funcionário do Banrisul, Antonio Pirotti, a estratégia dos negociadores do Banrisul foi atacar o movimento sindical e transferir a responsabilidade por uma eventual perda de direitos. "É lamentável que, quando temos uma mesa de debates sobre saúde, o Banrisul venha tentar tirar direitos dos afastados porque estão doentes. O banco traz uma situação para inviabilizar o acordo. Depois, eles vão dizer que as entidades sindicais não aceitaram os avanços que eles propuseram. Não temos como aceitar algo que foi tirado para depois ser reposto. Não vamos aceitar que as conquistas do ano passado sejam usadas como barganha na Campanha Salarial”, avisou Pirotti. O Banrisul não pode alegar motivos econômicos para retirar direitos dos afastados. É consenso que o impacto do pagamento de alguns benefícios – como a cesta alimentação e vale refeição - é relevante. "Estão discriminando os afastados. Se estiver afastado cinco meses agora, no próximo mês já não receberia. Não aceitaremos retroceder. O banco não quer negociar e agora propõe retirar direitos. Ainda por cima, quer usar isso para dizer, no fim da negociação, que o retorno do que se retirou é o avanço”, acrescenta o diretor da Fetrafi-RS, Juberlei Bacelo. Plano de Carreira Mesmo que a estratégia da diretoria tenha sido empurrar com a barriga a negociação, trazendo para o debate a assinatura da prorrogação do Acordo Coletivo do ano passado e esquivando-se de debater Plano de Carreira, o Comando Nacional dos Banrisulenses cobrou o cumprimento de Acordo Coletivo anterior em que ficara acertado acordo que previa a implantação do Plano de Carreira. O argumento do banco é que o Acordo Coletivo do ano passado foi cumprido, sobretudo no que respeita a manutenção da Comissão Paritária, formada por representantes dos trabalhadores e da diretoria, para negociar e implantar o Plano de Carreira, porém sem compromisso de implantar sequer para o Quadro Básico. O Comando Nacional pressionou no início da reunião para debater agora o Plano de Carreira e buscou compromisso do banco com o anúncio de uma data de implantação. O banco quer debater Plano de Carreira em 2 de outubro. PLR A PLR Banrisul esteve em pauta na rodada de negociação desta quarta-feira. Para ganhar tempo, os negociadores propuseram a suspensão do benefício como condição para assinar prorrogação de vigência do Acordo Coletivo do ano passado. No início da reunião, propuseram o dia 30 de setembro como prazo final de vigência da renovação. Com isso, a proposta era renovar um conjunto de conquistas da categoria por apenas 13 dias. Mais adiante, aceitaram ampliar o prazo para 2 de outubro. A assessoria jurídica e o Comando entendem que não é possível assinar um documento que gere perda de direitos. Segurança Outra tática do Banrisul é tergiversar. Ante as propostas dos banrisulenses, eles praticamente mudam de assunto e apresentam as "soluções” que estão em andamento. Chegaram a levar o gerente de segurança para enumerar programas de treinamento e investimentos voltados para a segurança patrimonial não para a defesa da integridade e da vida dos trabalhadores. No que diz respeito à segurança, os integrantes do Comando Nacional cobraram a instalação de biombos perto dos caixas e dos terminais de autoatendimento, de portas-giratórias antes dos caixas-eletrônicos, de vidros blindados, câmeras. O Comando entendeu que o banco precisa avançar muito nos investimentos em segurança. O discurso dos diretores e especialistas do banco aponta para a direção de estratégias que visam à proteção do dinheiro. Os banrisulenses querem que os investimentos em segurança sejam feitos para a defesa da vida dos trabalhadores. O Comando também toma como inaceitável o fato de o Banrisul ainda exigir de seus funcionários que fiquem com as chaves e abram as agências. Isso expõe os trabalhadores a sequestros por quadrilhas cada vez mais bem informadas sobre as rotinas dos bancários e de seus familiares. Saúde Um dos mantras do Departamento de Saúde do SindBancários costuma referir que, para combater o adoecimento no ambiente de trabalho, é preciso conhecer a realidade e a causa das doenças. O Banrisul não tem fornecido dados sobre número de trabalhadores afastados e tipo de doença que os afastou. Aliás, o Departamento de Saúde costuma pedir dados e não vem. O banco alega que não pode fornecer dados de bancários doentes, porque isso seria ilegal. O Comando esclareceu que não solicita dados médicos pessoais de trabalhadores, mas dados estatísticos com volume de afastamentos por tipo de doença, como LER/DORT e sofrimento mental. Quem não conhece, não previne. A partir das 9h desta quinta-feira, os debates sobre saúde serão retomados. Calendário de mesas de negociação 1ª rodada Quinta-feira, 11/9, na Sede da Fetrafi-RS, diretoria frustrou Comando Nacional dos Banrisulenses ao não renovar Acordo Coletivo de 2013. A pressão do Comando arrancou calendário de negociação. 2ª rodada Quarta, 17/9, na sede da Associação dos Bancos, o Comando Nacional dos Banrisulenses rechaçou a proposta da diretoria do Banrisul de cortar benefícios de Banrisulenses afastados por doença, suspender a PLR Banrisul para renovar Acordo Coletivo de Trabalho específico do ano passado. Também foram debatidos os temas saúde, segurança e condições de trabalho. Quinta-feira 18 de setembro | Associação dos Bancos (Rua dos Andradas, 1234, Centro – PoA) Temas:Saúde e Cabergs 3ª rodada Quarta e quinta-feira, 1º e 2 de outubro | Sede da Fetrafi-RS Temas:Sistema de valorização profissional; prêmios; auxílios e Plano de Carreira Pauta específica do Banrisul > Adicional mensal de R$ 1.126,20 para caixas que desempenharem funções de tesoureiro e que não seja comissionado. > Gratificação mensal de R$ 1.260,00 para funcionários do Call-Center, Operadores de Negócio (ONs) e plataformistas que não exerçam as funções de caixa e ONs. > Criação de uma RV4, com a formação de um fundo mensal, que será dividido entre os plataformistas. > Negociação permanente sobre todo e qualquer assunto relacionado com os objetivos de produtividade do Banrisul. > Criação de remuneração complementar a partir da distribuição de percentual de 10% do total da venda de todos os produtos financeiros e 5% dos serviços prestados e distribuídos linearmente a todos os empregados. > Fim das metas abusivas. > Retorno das férias antiguidades. > Mais contratações. > Estratégias de gestão com a participação dos Banrisulenses. > Não às terceirizações. > Reposição especial de R$ 557,48 para o quadro de TI-II e um incentivo de Vantagem de Nível para funcionários do Quadro A que exerçam atividades de TI nas unidades de TI. > Pagamento aos Banrisulenses que trabalham com vendas de produtos dos mesmos 1% pagos aos correspondentes imobiliários. > Reformulação do artigo 59 do Regulamento de Pessoal para tornar perene o Plano Desempenho, com pagamento de metade no primeiro semestre e metade no segundo. > Implementação imediata do novo Plano de Carreira. > 13ª Cesta Alimentação no valor de R$ 1.125,00. > Isenção de pagamentos de tarifas pelo Banrisulenses em empréstimos e taxas de juros abaixo do mercado extensiva ao cheque especial e ao crédito consignado. >Pagamento pelo Banco a todos os Banrisulenses das perdas salariais de 1999 e 2000 pelo não cumprimento de acordo com a Fenaban. > PLR Banrisul de 2,5% sobre o lucro líquido e distribuição linear.
> Pagamento do mesmo 1% pago aos correspondentes imobiliários aos banrisulenses que trabalham com venda de produtos de crédito imobiliário.
Fonte: Imprensa/SindBancários com edição da Fetrafi-RS
Fotos: Marisane Pereira - Mtb/RS9519 |
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