| Os policiais militares de Independência encontraram por volta das 2h e 45min, do sábado (08) explosivos que seriam utilizados para arrombar os dois caixas eletrônicos do Bando do Brasil em Independência. Segundo informações o estopim chegou queimar, porém os explosivos não foram acionados. O município fica na base do Sindicato dos Bancários de Horizontina. |
| A PM encontrou a porta da agência entreaberta e os explosivos instalados nos caixas eletrônicos. Pelo menos dois homens foram avistados nas proximidades da agência. A Polícia Civil irá analisar as imagens do sistema de segurança para tentar identificar a quadrilha. Na manhã de sábado os peritos do IGP estiveram na agência que fica na Avenida Três de Maio no centro de Independência. A agência bancária permaneceu interditada durante o final de semana. Fonte: No Ar Notícias |
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terça-feira, 11 de novembro de 2014
Explosivos falham em tentativa de arrombamento de caixas
Município fica na base do Sindicato de Horizontina
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Agências bancárias são invadidas no interior do Estado
| Quatro assaltantes invadiram a agência do Banco do Brasil de Barros Cassal, no Vale do Rio Pardo, por volta das 16h desta segunda-feira, 21. Os homens entraram no local atirando e fizeram uma funcionária refém. |
| A agência já estava fechada quando os bandidos a invadiram e, segundo a polícia, não havia clientes no local no momento da ação. Nenhum funcionário foi ferido com os disparos, que danificaram a entrada da agência. Uma das funcionárias foi feita refém e levada no carro dos bandidos durante a fuga. Eles deixaram o local em um Pálio e teriam jogado a mulher do veículo em alta velocidade, a poucos metros da agência bancária. A jovem, de 20 anos, sofreu ferimentos devido à queda. Ela foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital de Caridade Frei Clemente, em Soledade. A polícia não confirmou se os bandidos levaram dinheiro da agência. Eles teriam fugido em direção a Progresso, cidade cerca de 50 quilômetros distante. A Brigada Militar faz buscas na região, com auxílio do Batalhão de Operações Especiais. Agência de Nova Hartz também foi assaltada Outra agência bancária foi assaltada nesta segunda-feira, 21, em Nova Hartz, no Vale do Sinos, por volta das 15h. Conforme a Brigada Militar, três homens armados invadiram o Bradesco da Rua Minas Nova, no bairro Bela Vista, e renderam três funcionários. Os bandidos estavam armados com uma submetralhadora e um revólver. A agência já estava fechando e, conforme a BM, não havia clientes no momento da ação. Os três roubaram dinheiro dos caixas e fugiram em um Corsa, que foi abandonado cinco quilômetros depois. Fonte: ZH |
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Nova pesquisa nacional de ataques a bancos repercute em todo país
A 5ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, elaborada pela Confederação
Nacional dos Vigilantes (CNTV) e Contraf-CUT, repercutiu em todo país. O
levantamento apontou que 1.484 ocorrências no primeiro semestre de
2013, uma média assustadora de 8,24 por dia, o que representa um
crescimento de 17,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Desses casos, 431 foram assaltos (inclusive com sequestro de bancários e vigilantes), consumados ou não, e 1.053 arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos. No primeiro semestre de 2012, foram registrados 1.261 ataques, sendo 377 assaltos e 884 arrombamentos.
> Clique aqui para acessar a pesquisa completa.
A pesquisa, com o apoio técnico do Dieese, é feita a partir de notícias da imprensa, estatísticas de Secretarias de Segurança Pública (SSP) e informações de sindicatos e federações de vigilantes e bancários.
São Paulo é o estado que mais uma vez lidera o ranking, com 334 ataques. Em segundo lugar aparece de novo Minas Gerais, com 170, em terceiro o Paraná, com 118, em quarto a Bahia, com 117, e em quinto a Paraíba, com 95.
A região Sudeste segue com o maior número de ataques (550), seguida do Nordeste (524), Sul (258), Centro-Oeste (123) e Norte (29).
Confira abaixo algumas das notícias veiculadas em todo o país
Agência Brasil
Bancos registram mais de 1,4 mil ataques no primeiro semestre deste ano
O Estado de São Paulo
Oito bancos por dia são alvos de ataque, diz pesquisa
Agência Brasil
Confederações cobram medidas para melhorar segurança em bancos
Band
Bancos registram mais de 1,4 mil ataques
DCI
Primeiro semestre teve mais de oito ataques a agências por dia, mostra CUT
Clica Brasília
Oito bancos por dia são alvos de ataque, diz pesquisa
G1 - Paraíba
Triplica número de ataques a bancos e PB é 5º lugar no país, diz pesquisa
IBahia
Bahia é o quarto estado com mais ataques a bancos, diz sindicato
Zero Hora
Oito agências bancárias são alvos de ataque diariamente, diz pesquisa
Click PB
Pesquisa nacional aponta aumento de 196,9% em assaltos a bancos em 2013 na Paraíba
Terra
Bancos registram mais de 1,4 mil ataques em todo País no 1º semestre
O Povo online - CE
Em média, oito agências bancárias são assaltadas por dia no País
Exame.com
Oito bancos por dia são alvos de ataque, diz pesquisa
Gazeta do Povo - PR
Bancos registram mais de 1,4 mil ataques no primeiro semestre deste ano
Estado de Minas
Oito bancos são alvos de ataque por dia, diz pesquisa
BOL Notícias
Oito bancos por dia são alvos de ataque, diz pesquisa.
Gazeta do Interior - SP
Um banco é assaltado por dia no Estado; na Capital um a cada três dias
Fonte: Contraf-CUT
Desses casos, 431 foram assaltos (inclusive com sequestro de bancários e vigilantes), consumados ou não, e 1.053 arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos. No primeiro semestre de 2012, foram registrados 1.261 ataques, sendo 377 assaltos e 884 arrombamentos.
> Clique aqui para acessar a pesquisa completa.
A pesquisa, com o apoio técnico do Dieese, é feita a partir de notícias da imprensa, estatísticas de Secretarias de Segurança Pública (SSP) e informações de sindicatos e federações de vigilantes e bancários.
São Paulo é o estado que mais uma vez lidera o ranking, com 334 ataques. Em segundo lugar aparece de novo Minas Gerais, com 170, em terceiro o Paraná, com 118, em quarto a Bahia, com 117, e em quinto a Paraíba, com 95.
A região Sudeste segue com o maior número de ataques (550), seguida do Nordeste (524), Sul (258), Centro-Oeste (123) e Norte (29).
Confira abaixo algumas das notícias veiculadas em todo o país
Agência Brasil
Bancos registram mais de 1,4 mil ataques no primeiro semestre deste ano
O Estado de São Paulo
Oito bancos por dia são alvos de ataque, diz pesquisa
Agência Brasil
Confederações cobram medidas para melhorar segurança em bancos
Band
Bancos registram mais de 1,4 mil ataques
DCI
Primeiro semestre teve mais de oito ataques a agências por dia, mostra CUT
Clica Brasília
Oito bancos por dia são alvos de ataque, diz pesquisa
G1 - Paraíba
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IBahia
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Zero Hora
Oito agências bancárias são alvos de ataque diariamente, diz pesquisa
Click PB
Pesquisa nacional aponta aumento de 196,9% em assaltos a bancos em 2013 na Paraíba
Terra
Bancos registram mais de 1,4 mil ataques em todo País no 1º semestre
O Povo online - CE
Em média, oito agências bancárias são assaltadas por dia no País
Exame.com
Oito bancos por dia são alvos de ataque, diz pesquisa
Gazeta do Povo - PR
Bancos registram mais de 1,4 mil ataques no primeiro semestre deste ano
Estado de Minas
Oito bancos são alvos de ataque por dia, diz pesquisa
BOL Notícias
Oito bancos por dia são alvos de ataque, diz pesquisa.
Gazeta do Interior - SP
Um banco é assaltado por dia no Estado; na Capital um a cada três dias
Fonte: Contraf-CUT
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Medo,
Segurança Bancária
Bancário e vigilante mortos foram vítimas do descaso com segurança
PAB do Santander era novo e já havia sido assaltado, mas nada mudou
O assalto ao PAB da usina nuclear de Angra dos Reis (RJ), na tarde de quarta-feira, dia 21, que terminou com as mortes da vigilante Verônica Soares, de 24 anos, e do bancário Igor Henrique Batista Alves da Silva, de 22, expõe uma variada gama de irregularidades no funcionamento da unidade. O posto, vinculado à agência de Praia Brava, tinha apenas quatro meses de funcionamento e operava somente com um bancário e um vigilante.
Clique aqui para saber mais sobre o assalto.
As irregularidades são muitas. "O erro começa já no layout do posto, que tinha porta voltada para fora da usina. Além de atender aos funcionários da empresa - como determina a norma de funcionamento dos PABs - o posto atendia também a clientes comuns", destaca Paulo Garcez, diretor da Federação dos Bancários do Rio e Espírito Santo.
Outra irregularidade dizia respeito ao acesso do bancário morto às informações. "O Igor era caixa, não era gerente, nem coordenador. Ele não podia ter senha do cofre. Mas, como ele era o único bancário que trabalhava no local, tinha acesso ao código", acrescenta o dirigente sindical.
A circulação de pessoas no local também já havia mudado neste curto período de funcionamento. Inicialmente, o PAB serviria somente aos funcionários da própria usina.
"Os trabalhadores de construção civil que atuam na obra da usina de Angra 3 seriam pagos na agência de Praia Brava. Mas houve uma mudança e eles passaram a receber pelo PAB também. No dia do pagamento, o movimento era enorme, lembra Jorge Raimundo, diretor do Sindicato dos Bancários de Angra dos Reis, que acompanha o desdobramento dos fatos.
Segundo a assessoria de imprensa da Eletronuclear, como o PAB fica dentro do terreno da usina, mas a porta é voltada para fora, a empresa não responsabiliza pela segurança, que seria encargo da polícia militar. Em curtíssima nota, a direção da Eletronuclear lamenta o ocorrido, mas ressalta que o estabelecimento bancário fica fora de seu perímetro de segurança nuclear.
Novo, mas já violado
Mesmo novo, o PAB já havia sofrido outra ação de ladrões, há cerca de 20 dias, quando malotes contendo R$ 150 mil foram levados. A ação aconteceu durante o procedimento de abastecimento do caixa eletrônico que fica dentro da usina, fora do PAB.
Como a Eletronuclear não permitia o ingresso do carro forte em suas dependências, um bancário tinha que pegar os malotes no PAB, colocá-los em seu carro e entrar nas dependências da empresa para levar o dinheiro até o caixa eletrônico. Neste trajeto, foi rendido pelos assaltantes.
O assalto ao PAB da usina nuclear de Angra dos Reis (RJ), na tarde de quarta-feira, dia 21, que terminou com as mortes da vigilante Verônica Soares, de 24 anos, e do bancário Igor Henrique Batista Alves da Silva, de 22, expõe uma variada gama de irregularidades no funcionamento da unidade. O posto, vinculado à agência de Praia Brava, tinha apenas quatro meses de funcionamento e operava somente com um bancário e um vigilante.
Clique aqui para saber mais sobre o assalto.
As irregularidades são muitas. "O erro começa já no layout do posto, que tinha porta voltada para fora da usina. Além de atender aos funcionários da empresa - como determina a norma de funcionamento dos PABs - o posto atendia também a clientes comuns", destaca Paulo Garcez, diretor da Federação dos Bancários do Rio e Espírito Santo.
Outra irregularidade dizia respeito ao acesso do bancário morto às informações. "O Igor era caixa, não era gerente, nem coordenador. Ele não podia ter senha do cofre. Mas, como ele era o único bancário que trabalhava no local, tinha acesso ao código", acrescenta o dirigente sindical.
A circulação de pessoas no local também já havia mudado neste curto período de funcionamento. Inicialmente, o PAB serviria somente aos funcionários da própria usina.
"Os trabalhadores de construção civil que atuam na obra da usina de Angra 3 seriam pagos na agência de Praia Brava. Mas houve uma mudança e eles passaram a receber pelo PAB também. No dia do pagamento, o movimento era enorme, lembra Jorge Raimundo, diretor do Sindicato dos Bancários de Angra dos Reis, que acompanha o desdobramento dos fatos.
Segundo a assessoria de imprensa da Eletronuclear, como o PAB fica dentro do terreno da usina, mas a porta é voltada para fora, a empresa não responsabiliza pela segurança, que seria encargo da polícia militar. Em curtíssima nota, a direção da Eletronuclear lamenta o ocorrido, mas ressalta que o estabelecimento bancário fica fora de seu perímetro de segurança nuclear.
Novo, mas já violado
Mesmo novo, o PAB já havia sofrido outra ação de ladrões, há cerca de 20 dias, quando malotes contendo R$ 150 mil foram levados. A ação aconteceu durante o procedimento de abastecimento do caixa eletrônico que fica dentro da usina, fora do PAB.
Como a Eletronuclear não permitia o ingresso do carro forte em suas dependências, um bancário tinha que pegar os malotes no PAB, colocá-los em seu carro e entrar nas dependências da empresa para levar o dinheiro até o caixa eletrônico. Neste trajeto, foi rendido pelos assaltantes.
Na ocasião, o vigilante que atuava no PAB se queixou da segurança
precária para Jorge Raimundo. "O rapaz me disse que a visibilidade era
muito ruim, por causa dos vidros e das persianas. De dentro do PAB ele
não conseguia ver o que se passava fora, e isso o deixava inseguro. Ele
me disse que, se alguém tentasse assaltar o posto, seria pego de
surpresa", relata o sindicalista.
O Sindicato fez a sua parte, mas o banco, não. "Quando ocorreu o assalto
anterior comunicamos ao Santander as péssimas condições de segurança. A
porta não é giratória nem tem detector de metais. A unidade é
vulnerável, fica do lado de fora de Angra 3. Então é uma área de livre
acesso. Os assaltantes entraram sem dificuldades e mataram os dois",
lamentou o presidente do Sindicato, Rogério Salvador.
Difícil investigar
A falta de segurança no local não só facilita a ação dos bandidos, mas
também dificulta as investigações. "É fácil entrar numa agência que só
tem uma vigilante e sem porta giratória com detector de metais. Mas,
como não há câmeras, é muito difícil identificar os assaltantes. A
polícia esteve no PAB até tarde no dia do crime, fazendo perícia e
colhendo impressões digitais. Agora temos que esperar o resultado das
investigações", informa Jorge Raimundo.
Quanto ao plano de segurança do PAB, sem o qual a nenhum estabelecimento
bancário pode funcionar, ninguém sabe dizer ao certo. O Santander
afirma que existe, mas o sindicato nunca o viu. Só o que a entidade
ouviu foram promessas.
"Quando houve o roubo do malote, a segurança do banco esteve aqui e
disse que instalaria mais dispositivos de segurança. Mas isso não
aconteceu ainda e, infelizmente, a consequência foi a morte de dois
trabalhadores", lastima Jorge Raimundo.
Luto e luta
Em sinal de respeito pela morte de Verônica e Igor, agências do
Santander do centro de Angra, de Praia Brava e de Mambucaba não abriram
na quinta-feira, dia 22.
"O PAB também ficou fechado, não há nenhuma condição da unidade
funcionar", informa Rogério Salvador. Acompanhando o luto da Costa
Verde, os Sindicatos da Baixada Fluminense e Petrópolis também
concentraram as ações do Dia Nacional de Luta dos bancários a unidades
do Santander.
O sepultamento de Verônica deve ocorrer no cemitério da Vila Histórica
de Mambucaba, onde a vigilante morava. O corpo de Igor será trasladado
para Volta Redonda, cidade onde reside sua família, e deverá ser
sepultado nesta sexta-feira, dia 23.
O Santander emitiu uma nota de três linhas lamentando o ocorrido e
informando que está prestando assistência às famílias das vítimas e
colaborando com as investigações.
Fonte: Contraf-CUT com Fetraf RJ-ES
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Segurança Bancária
Bancário e vigilante são mortos em assalto a posto do Santander em Angra
O funcionário do Santander, Igor Henrique Batista Alves da Silva, de 22
anos, e a vigilante Verônica Soares, de 24, foram mortos nesta
quarta-feira (21), por volta das 15h30, durante um assalto ao posto de
atendimento do Santander, localizado na área externa, próximo ao
restaurante e o estacionamento da Usina Nuclear Angra 3, em Angra dos
Reis, no Estado do Rio de Janeiro.
O bancário era de Volta Redonda. Ele passava os fins de semana na casa da família, no bairro Minerlândia, enquanto nos dias úteis residia numa república na cidade do litoral carioca.
Igor tinha sido contratado pelo banco em janeiro deste ano. Ele foi morto com um tiro no peito depois que os bandidos ordenaram que o cofre fosse aberto. A polícia acredita que os assaltantes tenham se irritado com a demora, pois o sistema eletrônico aciona um temporizador, que só efetiva a abertura cerca de dez minutos depois de digitada a senha.
O trabalhador do Santander - ele não era gerente, como inicialmente divulgado - ficava no posto apenas em companhia de um vigilante de uma empresa contratada, que nesta quarta-feira era Verônica, também morta pelos bandidos. Ela foi amarrada com uma corda e levou um tiro na cabeça.
Sindicato dos Bancários denuncia insegurança
O presidente do Sindicato dos Bancários de Angra dos Reis, Rogério Salvador, afirmou que os dois foram mortos perto um do outro, próximos do cofre. Ele antecipou que o posto não abrirá nesta quinta-feira. "Não há condições de segurança", disse.
Um operário denunciou que há 15 dias foi roubado um malote contendo dinheiro. Rogério confirmou que o posto foi assaltado recentemente. "Quando ocorreu o assalto anterior comunicamos ao Santander as péssimas condições de segurança. A porta não é giratória nem tem detector de metais. A unidade é vulnerável, fica do lado de fora de Angra 3. Então é uma área de livre acesso. Os assaltantes entraram sem dificuldades e mataram os dois", lamentou o dirigente sindical.
Cadê a proteção da vida?
O secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr, ficou triste com as mortes e indignado com a total insegurança do estabelecimento. "Além de falta de porta giratória e câmeras internas e externas, o posto só tinha uma vigilante", criticou.
A Contraf-CUT e a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) defendem no mínimo dois vigilantes para agências e postos, assim como os mesmos equipamentos de prevenção, pois ambos estão expostos ao mesmo risco de assaltos. "Esperamos que o projeto de estatuto de segurança privada, em fase final de elaboração no Ministério da Justiça, não faça distinção e garanta a mesma segurança para todos os estabelecimentos financeiros", destacou Ademir.
"Também cobramos medidas de segurança dos bancos na mesa de negociações da Campanha Nacional dos Bancários, a fim de proteger a vida de trabalhadores, clientes e usuários", enfatizou.
"Quantos trabalhadores e clientes ainda serão mortos até que os bancos, como o Santander, invistam mais em segurança e coloquem a vida das pessoas em primeiro lugar?", questionou o dirigente da Contraf-CUT.
O delegado de Angra dos Reis, Francisco Benitez, disse que a investigação dos crimes ficará a cargo de DRF (Delegacia de Roubos e Furtos). Segundo ele, a falta de câmeras de segurança dificulta a polícia até mesmo ter ideia de quantos bandidos participaram da ação.
Santander lamenta
Em nota, a assessoria de comunicação do Santander lamentou o ocorrido, mas não deu detalhes da ação criminosa. "O Santander lamenta profundamente o ocorrido e informa que está prestando toda a assistência às famílias dos funcionários. O banco acrescenta que está colaborando com as investigações policiais", diz o comunicado.
A assessoria de comunicação da Eletronuclear também divulgou nota, salientando que o crime ocorreu fora do perímetro de controle nuclear. "A Eletronuclear lamenta profundamente o falecimento dos dois funcionários do banco, que tão bem atendiam aos empregados da empresa sediados em Angra dos Reis".
Fonte: Contraf-CUT com G1 e Fco Regional
O bancário era de Volta Redonda. Ele passava os fins de semana na casa da família, no bairro Minerlândia, enquanto nos dias úteis residia numa república na cidade do litoral carioca.
Igor tinha sido contratado pelo banco em janeiro deste ano. Ele foi morto com um tiro no peito depois que os bandidos ordenaram que o cofre fosse aberto. A polícia acredita que os assaltantes tenham se irritado com a demora, pois o sistema eletrônico aciona um temporizador, que só efetiva a abertura cerca de dez minutos depois de digitada a senha.
O trabalhador do Santander - ele não era gerente, como inicialmente divulgado - ficava no posto apenas em companhia de um vigilante de uma empresa contratada, que nesta quarta-feira era Verônica, também morta pelos bandidos. Ela foi amarrada com uma corda e levou um tiro na cabeça.
Sindicato dos Bancários denuncia insegurança
O presidente do Sindicato dos Bancários de Angra dos Reis, Rogério Salvador, afirmou que os dois foram mortos perto um do outro, próximos do cofre. Ele antecipou que o posto não abrirá nesta quinta-feira. "Não há condições de segurança", disse.
Um operário denunciou que há 15 dias foi roubado um malote contendo dinheiro. Rogério confirmou que o posto foi assaltado recentemente. "Quando ocorreu o assalto anterior comunicamos ao Santander as péssimas condições de segurança. A porta não é giratória nem tem detector de metais. A unidade é vulnerável, fica do lado de fora de Angra 3. Então é uma área de livre acesso. Os assaltantes entraram sem dificuldades e mataram os dois", lamentou o dirigente sindical.
Cadê a proteção da vida?
O secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr, ficou triste com as mortes e indignado com a total insegurança do estabelecimento. "Além de falta de porta giratória e câmeras internas e externas, o posto só tinha uma vigilante", criticou.
A Contraf-CUT e a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) defendem no mínimo dois vigilantes para agências e postos, assim como os mesmos equipamentos de prevenção, pois ambos estão expostos ao mesmo risco de assaltos. "Esperamos que o projeto de estatuto de segurança privada, em fase final de elaboração no Ministério da Justiça, não faça distinção e garanta a mesma segurança para todos os estabelecimentos financeiros", destacou Ademir.
"Também cobramos medidas de segurança dos bancos na mesa de negociações da Campanha Nacional dos Bancários, a fim de proteger a vida de trabalhadores, clientes e usuários", enfatizou.
"Quantos trabalhadores e clientes ainda serão mortos até que os bancos, como o Santander, invistam mais em segurança e coloquem a vida das pessoas em primeiro lugar?", questionou o dirigente da Contraf-CUT.
O delegado de Angra dos Reis, Francisco Benitez, disse que a investigação dos crimes ficará a cargo de DRF (Delegacia de Roubos e Furtos). Segundo ele, a falta de câmeras de segurança dificulta a polícia até mesmo ter ideia de quantos bandidos participaram da ação.
Santander lamenta
Em nota, a assessoria de comunicação do Santander lamentou o ocorrido, mas não deu detalhes da ação criminosa. "O Santander lamenta profundamente o ocorrido e informa que está prestando toda a assistência às famílias dos funcionários. O banco acrescenta que está colaborando com as investigações policiais", diz o comunicado.
A assessoria de comunicação da Eletronuclear também divulgou nota, salientando que o crime ocorreu fora do perímetro de controle nuclear. "A Eletronuclear lamenta profundamente o falecimento dos dois funcionários do banco, que tão bem atendiam aos empregados da empresa sediados em Angra dos Reis".
Fonte: Contraf-CUT com G1 e Fco Regional
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Agência do Bradesco fecha em apoio a bancário sequestrado
A
escalada de uma violência direta de criminosos contra os bancários e
suas famílias e a insensibilidade dos bancos levaram ao fechamento de
agência Moinhos de Vento, do Bradesco, durante toda a terça-feira, 6/8.
Depois que um funcionário desta agência localizada na avenida
Independência teve o filho sequestrado por horas e foi obrigado a
entregar dinheiro do cofre, o Bradesco estava se negando a emitir a
Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). A alegação absurda do
Bradesco era que o bancário não teria sido alvo direto da ação dos
criminosos, apenas seu filho.
O funcionário do Bradesco se dirigia para o trabalho, na manhã da segunda-feira, 5/8, quando os assaltantes o abordaram. Anunciaram que só queriam o dinheiro do cofre. Disseram conhecer a rotina do trabalhador, que ele obedecesse e que ficariam com seu filho. Caso o dinheiro não fosse entregue, o filho do bancário seria executado.
Insensível com o sofrimento do empregado, o Bradesco avisou que não iria emitir a CAT. Esse documento é fundamental num caso de sinistro como é um assalto com refém. Isso porque serve de prova para algum dano futuro à saúde do trabalhador. “Nesses casos de assalto com refém, costumamos encontrar trabalhadores que só sentem o trauma causado pelo sequestro uma e até duas semanas depois. A CAT é garantia de que o banco está ciente de que um de seus empregados passou por um sofrimento muito grande e que pode precisar de algum atendimento mais adiante”, diz o diretor do SindBancários e funcionário do Bradesco, Everton Gimenis.
Outra reivindicação dos bancários foi em relação a apoio psicológico. O Bradesco demorou muito a prestar auxílio de especialista ao bancário. Apenas ao final da manhã desta terça-feira, 6/8, o banco comunicou ao SindBancários que estava enviando uma psicóloga à casa do bancário. Outra profissional esteve na agência e atendeu os outros funcionários por volta das 11h.
“Estamos vivendo um surto de assalto a banco com refém. Este é um tipo de ação, pois deixa uma sequela muito grande. O bancário que é sequestrado ou tem algum familiar em poder dos bandidos fica muito traumatizado. Precisa de ajuda do banco. E numa hora dessas o banco nega ou dificulta a recuperação de um trabalhador. Não admitimos que isso aconteça dessa maneira e não vamos deixar essa agência se o caso do nosso colega não for tratado da forma que deve ser tratado: com humanidade”, disse o presidente do SindBancários, Mauro Salles.
Mais reféns nos bancos
As quadrilhas costumam desenvolver estratégias para enfrentar as ações que as instituições de segurança pública desenvolvem para conter a violência bancária. Os assaltos com reféns são a estratégia que mais cresceu no primeiro semestre de 2013. Em relação aos primeiros seis meses de 2012 (gráfico) os assaltos com reféns cresceram seis vezes, passando de três para 21 (aumento de 600% dos casos). Este volume é maior do que todas as ocorrências com bancários como reféns em todo o ano de 2012 (9), segundo o levantamento do SindBancários.
O gráfico mostra claramente que os roubos com reféns em que os assaltantes levantam informações detalhadas sobre a vida dos bancários, chantageiam e o obrigam a entregar determinado valor tem levado os bancários ao desespero e contrabalançam as ações contra caixas eletrônicos com uso de explosivos (-50%) e até mesmo o volume total de ataques, incluindo arrombamentos, em todo o primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período de 2012 (-9,2%).
A tendência é que esses crimes se mantenham em alta no começo do segundo semestre. Em julho, dos 10 ataques a bancos em todo o Estado, um teve bancário como refém. Em agosto, dos quatro que ocorreram até o dia 6, três tiveram reféns. Depois que o bancário do Bradesco teve seu filho refém, em Porto Alegre, dois outros ficaram em poder direta ou indiretamente de assaltantes.
Tiroteio e prisões
Na madrugada de 6 de agosto, um bancário teve a família mantida como refém, na cidade de Gentil, Norte do Estado. Eles ficaram em poder do bando durante toda a madrugada na própria casa da família. Os assaltantes obrigaram o bancário a ir até Santo Antônio do Palma, seis quilômetros adiante, para entregar dinheiro da agência do Sicredi.
Em São Paulo das Missões, outro bancário foi levado como refém de assaltantes que atacaram o Banco do Brasil na manhã desta terça-feira, 6/8. O trabalhador foi feito de refém quando, ao iniciar a fuga, os assaltantes foram interceptados pela Brigada Militar. Houve troca de tiros. A fuga continuou até que os reféns tiveram seu caminho bloqueado por um trator.
Fugiram a pé. O bancário conseguiu escapar. Os ladrões escaparam para Roque Gonzales, na divisa com São Paulo das Missões, e se esconderam em um matagal. Cerca de três horas depois, a Brigada, com reforço da Polícia Civil, prendeu o trio.
Fonte: SindBancário, com informações da Zero Hora
O funcionário do Bradesco se dirigia para o trabalho, na manhã da segunda-feira, 5/8, quando os assaltantes o abordaram. Anunciaram que só queriam o dinheiro do cofre. Disseram conhecer a rotina do trabalhador, que ele obedecesse e que ficariam com seu filho. Caso o dinheiro não fosse entregue, o filho do bancário seria executado.
Insensível com o sofrimento do empregado, o Bradesco avisou que não iria emitir a CAT. Esse documento é fundamental num caso de sinistro como é um assalto com refém. Isso porque serve de prova para algum dano futuro à saúde do trabalhador. “Nesses casos de assalto com refém, costumamos encontrar trabalhadores que só sentem o trauma causado pelo sequestro uma e até duas semanas depois. A CAT é garantia de que o banco está ciente de que um de seus empregados passou por um sofrimento muito grande e que pode precisar de algum atendimento mais adiante”, diz o diretor do SindBancários e funcionário do Bradesco, Everton Gimenis.
Outra reivindicação dos bancários foi em relação a apoio psicológico. O Bradesco demorou muito a prestar auxílio de especialista ao bancário. Apenas ao final da manhã desta terça-feira, 6/8, o banco comunicou ao SindBancários que estava enviando uma psicóloga à casa do bancário. Outra profissional esteve na agência e atendeu os outros funcionários por volta das 11h.
“Estamos vivendo um surto de assalto a banco com refém. Este é um tipo de ação, pois deixa uma sequela muito grande. O bancário que é sequestrado ou tem algum familiar em poder dos bandidos fica muito traumatizado. Precisa de ajuda do banco. E numa hora dessas o banco nega ou dificulta a recuperação de um trabalhador. Não admitimos que isso aconteça dessa maneira e não vamos deixar essa agência se o caso do nosso colega não for tratado da forma que deve ser tratado: com humanidade”, disse o presidente do SindBancários, Mauro Salles.
Mais reféns nos bancos
As quadrilhas costumam desenvolver estratégias para enfrentar as ações que as instituições de segurança pública desenvolvem para conter a violência bancária. Os assaltos com reféns são a estratégia que mais cresceu no primeiro semestre de 2013. Em relação aos primeiros seis meses de 2012 (gráfico) os assaltos com reféns cresceram seis vezes, passando de três para 21 (aumento de 600% dos casos). Este volume é maior do que todas as ocorrências com bancários como reféns em todo o ano de 2012 (9), segundo o levantamento do SindBancários.
O gráfico mostra claramente que os roubos com reféns em que os assaltantes levantam informações detalhadas sobre a vida dos bancários, chantageiam e o obrigam a entregar determinado valor tem levado os bancários ao desespero e contrabalançam as ações contra caixas eletrônicos com uso de explosivos (-50%) e até mesmo o volume total de ataques, incluindo arrombamentos, em todo o primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período de 2012 (-9,2%).
A tendência é que esses crimes se mantenham em alta no começo do segundo semestre. Em julho, dos 10 ataques a bancos em todo o Estado, um teve bancário como refém. Em agosto, dos quatro que ocorreram até o dia 6, três tiveram reféns. Depois que o bancário do Bradesco teve seu filho refém, em Porto Alegre, dois outros ficaram em poder direta ou indiretamente de assaltantes.
Tiroteio e prisões
Na madrugada de 6 de agosto, um bancário teve a família mantida como refém, na cidade de Gentil, Norte do Estado. Eles ficaram em poder do bando durante toda a madrugada na própria casa da família. Os assaltantes obrigaram o bancário a ir até Santo Antônio do Palma, seis quilômetros adiante, para entregar dinheiro da agência do Sicredi.
Em São Paulo das Missões, outro bancário foi levado como refém de assaltantes que atacaram o Banco do Brasil na manhã desta terça-feira, 6/8. O trabalhador foi feito de refém quando, ao iniciar a fuga, os assaltantes foram interceptados pela Brigada Militar. Houve troca de tiros. A fuga continuou até que os reféns tiveram seu caminho bloqueado por um trator.
Fugiram a pé. O bancário conseguiu escapar. Os ladrões escaparam para Roque Gonzales, na divisa com São Paulo das Missões, e se esconderam em um matagal. Cerca de três horas depois, a Brigada, com reforço da Polícia Civil, prendeu o trio.
Fonte: SindBancário, com informações da Zero Hora
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
Caixa e Santander são alvo dos bandidos
Agências
do Santander e da Caixa Econômica Federal foram alvo dos ataques dos
bandidos durante o final de semana. Na madrugada de sábado, dia 20, uma
unidade do banco espanhol foi arrombada na Ramiro Barcelos. O segundo
ataque foi contra a Caixa Federal, localizada na Avenida Sertório, no
bairro Sarandi.
Segundo a Polícia Militar, o
terminal atacado na Rua Ramiro Barcelos, bairro Independência, teria
sido arrombado com a utilização de um maçarico.Não há informações sobre
os assaltantes nem a quantia levada do banco.
Um grupo de cinco homens arrombaram a agência da Caixa Econômica Federal na zona norte de Porto Alegre na noite de sábado, dia 20. De acordo com informações do 20º Batalhão da Brigada Militar, os ladrões entraram no prédio, situado na Sertório, por volta das 21h30.
Estatística do medo - Julho de 2013
1. Dia 2: Bradesco (Pinhal) - assalto com bancários reféns
2. Dia 2: Banrisul (Lagoa Vermelha) - arrombamento
3. Dia 3: Crenor (Nova Boa Vista) - arrombamento
4. Dia 6: Sicredi (Santa Cecília do Sul) - assalto com bancários reféns
5. Dia 20: Santander (Ramiro Barcelos) - arrombamento
6. Dia 20: Caixa Econômica Federal (Sertório) - arrombamento
5. Dia 20: Santander (Ramiro Barcelos) - arrombamento
6. Dia 20: Caixa Econômica Federal (Sertório) - arrombamento
Fonte: SindBancários
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Quadrilha faz gerente e família reféns em assalto a banco
A família do gerente do banco Sicredi
de Salvador do Sul, região metropolitana, foi feita refém durante
assalto na manhã desta quinta-feira, 02. Conforme a Brigada Militar, um
grupo de quatro homens invadiu a casa das vítimas e obrigou o
funcionário, a mulher e o filho do casal a irem até a agência. O
município fica na base do Sindicato dos Bancários do Vale do Caí.
Após roubar uma quantia não revelada, os criminosos fugiram com as vítimas em dois carros – um deles de propriedade da família. Os assaltantes foram em direção a Montenegro, onde os reféns foram liberados e conseguiram acionar a polícia. Os suspeitos, porém, ainda não foram localizados.
Fonte: Correio do Povo com edição da Fetrafi-RS
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