| BC registrou 983 reclamações consideradas procedentes |
A Caixa Econômica Federal liderou o ranking de reclamações de clientes contra instituições financeiras em julho, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central (BC). No total, foram 983 reclamações consideradas procedentes, ou seja, o BC verificou indícios de descumprimento de lei ou regulamentação. |
| Para elaborar o ranking, as reclamações são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão. Assim, é gerado o índice, que representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes. No caso da Caixa, o índice ficou em 12,85. Na sequência, o Bradesco, com índice de 12,80. Em terceiro lugar, ficou o HSBC, com 7,56. Nessa lista, estão as instituições financeiras com mais de 2 milhões de clientes. Em nota, o Bradesco disse que sua posição no ranking do Banco Central "reflete a inclusão de registros específicos decorrentes de processos que já foram ajustados e que visam à constante melhoria no atendimento aos clientes". "A qualidade de atendimento sempre foi nosso foco, como atestam os rankings de 2013 e 2014, e está priorizada nos programas de treinamento contínuo ao nosso quadro de colaboradores", acrescentou o Bradesco. Em julho, a principal reclamação dos clientes foi a restrição à portabilidade de crédito consignado, com 807 casos. Em segundo lugar, estão as reclamações relacionadas a irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito. Foram 492 reclamações registradas no BC. Em terceiro lugar, ficaram as queixas relativas a cobrança irregular de tarifa por serviço não contratado (409). Em nota, a Caixa Econômica Federal informou que tem investido em treinamento e capacitação de empregados e em soluções tecnológicas para promover a qualificação do atendimento bancário em respeito aos direitos do consumidor. O documento acrescentou que a Caixa revisa permanentemente seus serviços e produtos, de modo a garantir a satisfação dos seus clientes "e reitera que a redução das reclamações e o aumento da solução em todos os canais são prioridades do banco". O banco esclareceu ainda que valoriza as informações e reclamações dos clientes, feitas por canal interno ou externo, e as utiliza como subsidio para melhorar e modernizar o seu atendimento. Também por meio de nota, o HSBC disse que avalia todas as demandas recebidas pelos canais oficiais de atendimento e atua com o foco do cliente para estabelecer melhorias contínuas em seus serviços. "Com o cliente no centro de tudo, o banco tem realizado alterações significativas, principalmente no modelo de gestão e atendimento." O HSBC ressaltou que segue altos padrões de qualidade para atender os pontos levantados nas avaliações dos seus clientes. Fonte: Agência Brasil |
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terça-feira, 18 de agosto de 2015
Caixa lidera ranking de reclamações de clientes contra bancos
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Taxa de juros para pessoas físicas atinge maior valor desde novembro de 2012
| No mês passado, a taxa de juros média geral para pessoa física apresentou avanço de 0,03 ponto percentual, passando de 5,48% ao mês, em julho, para 5,51% ao mês, em agosto. Segundo dados divulgados pela Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), nesta quinta-feira (12), este é o maior resultado desde novembro do ano passado. |
Consideradas as seis linhas de crédito utilizadas pelo consumidor e analisadas pela Anefac, apenas o cartão de crédito-rotativo se manteve estável, em 9,37% ao mês. As outras cinco foram elevadas ficando da seguinte forma:
Cheque especial: de 7,77% a.m. para 7,81% a.m. CDC – bancos – financiamento de automóveis: de 1,58% a.m. para 1,61% a.m. Empréstimo pessoal - bancos: de 3,08% a.m. para 3,10% a.m. Empréstimo pessoal – financeiras: de 6,99% a.m. para 7,03% a.m.
Juros e Selic
Ainda conforme a Anefac, considerando todas as reduções e elevações da taxa Selic, a taxa básica de juros, promovidas pelo Banco Central desde julho de 2011, houve uma redução da Selic de 3,50 pontos percentuais, ao sair de 12,50% ao ano em julho de 2011 para 9% ao ano em agosto de 2013. No mesmo período, a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 30,87 pontos percentuais, de 121,21% ao ano em julho de 2011 para 90,34% ao ano no mês passado.
Na opinião do coordenador de estudos econômicos da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira, é provável que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses, tendo em vista os atuais indicadores de inflação mostrando pressões inflacionárias, bem como o fato do índice oficial de inflação estar bem acima do centro da meta do BC, o que deve levar a uma nova elevação da Selic.
Fonte: Infomoney
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